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domingo, outubro 05, 2008

Todos no Google à procura das poses eróticas da Carolina Salgado


Já tinha acontecido à Carla Matadinho, aconteceu agora a Carolina Matadona: as fotos que ela já assumiu serem de si, e que o autor-fotógrafo também perfilhou, foram postas online por uma criatura malvada, bruxa-má, vingadora ou dragona do caraças. O namorado, amante, ex-companheiro, camarada, palhaço, que julgo ter uma estalagem no género daquela do Gado Bravo que está em ruínas na Recta do Cabo, veio justificar o sucesso e o inconveniente das fotos online por um descuido: parece que o portfolio estava no computador da recepção da estalagem, o sítio ideal para guardar em segredo esse tipo de material explosivo, e alguém decidiu editar a matéria.
O corropio tem sido desenfreado na net mas parece que ninguém dá com o sítio da picapau. Na verdade alguém idóneo como o 24 horas descreveu as fotos como cenas de grande intensidade dramática principalmente quando Carolina aparece com a boca na botija exactamente no sítio do picapau, ou seja: afagando o Rôlo (o fotógrafo-namorado),
As discussões sobre a fraca rentabilidade de alguns sites estaria resolvida assim. Querem ver como a escritora Carolina Salgado sabe usar a boca no verbo, carreguem no enter e passem o número do cartão de crédito. A ex-pitinha de Pinto está de regresso aos tablados.
O pessoal só quer ver Carolina em poses ousadas com o seu Rôlo.
Ele canta, ela encanta.

sexta-feira, abril 20, 2007

Em busca dos tarecos de Pinto da Costa

A imagem passou de repente na televisão. Numa reportagem, Pinto da Costa reavia os tarecos que Carolina Salgado lhe havia levado da casa que outrora fora o cenário central de uma história de amor, agora despedaçada, como aquela carga revolta.

O líder dos Dragões remexia, dentro de uma carrinha de transporte, numa tralha de coisas pessoais, intransmissíveis, e que Carolina Salgado sabia que não valendo nada, valiam magoando em quem as perdia.Não parecia ser roupa interior, apesar de ser roupa suja- aquilo que chamamos aos despojos de uma relação fiel, duradoura, vivida... com final infeliz.

Mas o que me chamou a atenção naquele "frame" da televisão foi o busto de Pinto da Costa transportado debaixo do braço por um empregado, passando frente ao protagonista. Homem habituado a cenas fortes , Pinto da Costa não se deixou impressionar. A sua imagem ia ali transportada sem dignidade, entre um monte de sucata e uma porta que seria a de um armazém qualquer. O busto que lhe garantiria a eternidade parecia nada valer, como a estátua de Saddam que dobrou e caíu na rua do povo, ou a cabeça decapitada de Salazar, em Santa Comba a seguir ao 25 de Abril, desaparecida no calor da luta.

As imagens valem mais com os artistas mortos. Tornam-se então emblemáticas, objectos venerados.Na verdade, o mimetismo das esculturas não consegue impressionar os seguidores de deuses, como os corpos reais. E Pinto da Costa sabe-o. Que vale uma estatueta ao lado da sua figura ágil, jovem para a idade, de passo determinado e de silêncio absoluto para com os jornalistas, que timidamente tentavam arrancar-lhe uma declaração sobre o evento? Vale zero. E lá foi o mono para a dispensa da História do Glorioso.

Passados uns dias acabei por rever a cena numa fotografia de um jornal, mas confesso que não me impressionou como aquele instante em que a vi e que não pude congelar. Foi uma fotografia minha falhada, de certa forma.
Uma imagem de que Pinto da Costa-fotógrafo nunca sentiria falta.

Vosso,

Luiz Carvalho


Também em: http://expresso.clix.pt/

quinta-feira, abril 12, 2007

Busto de Pinto da Costa tirado a Carolina Salgado

Pinto da Costa foi à PSP buscar objectos que Carolina Salgado lhe terá tirado.
Lindo ! Uma carrinha cheia de tralha pintista. Um dos objectos recuperados é um busto do próprio Pinto da Costa. Adorava ter feito aquela fotografia: um empregado de PC transportando o busto do chefe.

Com passo firme e determinado, Pinto da Costa não falou aos jornalistas.
Busca, busca bobby, ataca, ataca!!!! penso eu de que...

PS: amanhã falarei sobre a entrevista de Sócrates. Para já: ficámos na mesma.

segunda-feira, fevereiro 26, 2007

Carolina Salgado em poses eróticas

O autor das fotos é Pedro Ferreira que eu muito prezo e admiro. A modelo é uma surpresa. Depois destas fotos palavras para quê ? Carolina corre o risco de se ultrapassar a si própria. Com imagens destas quem vai ter tempo para ler as suas tiradas ? Vejo eu de que...

sexta-feira, janeiro 19, 2007

Carolina é arguida

Carolina Salgado foi constituída arguida no âmbito do caso das agressões a Ricardo Bexiga, refere o «Portugal Diário». A ex-companheira de Pinto da Costa foi também sujeita à medida de coação de termo de identidade e residência.

No livro que recentemente publicou, Carolina Salgado declarou que, a mando de Pinto da Costa, teria entregue 10 mil euros para pagar aos homens que bateram no ex-vereador da Câmara Municipal de Gondomar. Uma informação cconfirmou durante o interrogatório a que foi sujeita a ex-companheira do presidente do Futebol Clube do Porto.

A ex-mulher de Pinto da Costa esclareceu que não sabe quem bateu em Ricardo Bexiga, mas terá dito que encomendou o serviço a Fernando Madureira, líder da claque dos «super dragões».

domingo, dezembro 17, 2006

Carolina Salgado elogia Maria José Morgado


Carolina Salgado, ex-companheira do presidente do FC Porto, Pinto da Costa, elogiou a procuradora Maria José Morgado, que vai coordenar o processo "Apito Dourado", considerando-a uma "excelente mulher", num entrevista hoje publicada no Jornal de Notícias.

"A magistrada é uma excelente mulher e é vista com muito bons olhos pelo procurador. Pelo que dizem, é uma defensora da Justiça. E isso agrada-me muito, obviamente", afirmou Carolina Salgado, numa entrevista publicada hoje pelo Jornal de Notícias (JN).

Na quinta-feira, o Procurador-Geral da República, Fernando Pinto Monteiro, nomeou a procuradora-geral adjunta Maria José Morgado para dirigir e coordenar todos os processos relativos ao caso "Apito Dourado".

Carolina Salgado reafirma ao JN que tem provas documentais das acusações que faz no livro "Eu, Carolina", em que denuncia alegadas situações de corrupção desportiva, evasão fiscal, violação do segredo de justiça, agressões, perjúrio e fuga à justiça.

A ex-companheira do presidente do FC Porto reitera ainda que sabe mais sobre estas situações do que aquilo que descreveu no livro, admitindo que "muita s coisas ficaram por dizer" e que "houve retoques, parte dos quais por aconselhamento jurídico".

Questionada se foi à Polícia Judiciária (PJ) antes do lançamento do livro, acompanhada pelo presidente do Sport Lisboa e Benfica, Luís Filipe Vieira, Carolina Salgado diz que essas afirmações são uma "calúnia" destinada a transformar o processo numa guerra entre clubes.

"Lançar esse tipo de calúnia é tão absurdo e tão ridículo que só demonstra que se está a fazer deste processo uma guerra entre clubes, tentando assim desviar as atenções para aquilo que é importante: a justiça", afirma.

Carolina Salgado sublinha que já insinuaram que teria uma equipa de benfiquistas a trabalhar para si, o que classifica de "ridículo".

Declarações de Pinto da Costa são "inqualificáveis"

Em reacção às declarações do presidente do FC Porto publicadas no sábado pelo semanário Sol, Carolina Salgado limita-se a considerá-las "inqualificáveis".

Pinto da Costa afirmou ao Sol que nada lhe pesava na consciência e que, portanto, não ponderava a ideia de se demitir "por causa de uma pessoa que se revela a si mesma no livro que escreveu".

A ex-companheira de Pinto da Costa nega ainda ter pedido protecção policial e afirma que em Vila Nova de Gaia, onde continua a morar, tem sentido "grande conforto e carinho por parte de todos", sobretudo das mulheres.

Na entrevista ao JN, Carolina Salgado escusa-se a revelar quando será ouvida no Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP).

Na sexta-feira, a TVI noticiou que Carolina Salgado foi convocada para depor amanhã, dia 18, no Tribunal de Gondomar, no âmbito do processo "Apito Dourado".

No livro "Eu, Carolina", publicado em vésperas do início da instrução do processo "Apito Dourado", a ex-companheira de Pinto da Costa denuncia alegadas situações de corrupção desportiva, evasão fiscal, violação do segredo de justiça, agressões, perjúrio e fuga à justiça.

No livro, Carolina Salgado revela ainda ter contratado duas pessoas - alegadamente a mando de Pinto da Costa - para agredirem Ricardo Bexiga, hoje deputado do PS e então vereador da Câmara de Gondomar, cujas denúncias deram origem à investigação do "Apito Dourado".

"Apito Dourado" levou dois anos a ser investigado

O processo "Apito Dourado" teve início com a operação policial com o mesmo nome realizada em 20 de Abril de 2004, que resultou na detenção de 16 pessoas, entre árbitros e dirigentes do futebol, por suspeitas de corrupção desportiva, inicialmente centradas no Gondomar SC, clube da Liga de Honra.

Ao longo do processo foram constituídos 27 arguidos, incluindo o então presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional e ainda presidente da Câmara Municipal de Gondomar, Valentim Loureiro, o presidente do FC Porto, Pinto da Costa, e o ex-presidente do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol Pinto de Sousa.

Acusado de 47 crimes, o principal arguido é José Luís Oliveira, que à data dos alegados factos (2001/2004) desempenhava os cargos de vice-presidente da Câmara Municipal de Gondomar e de presidente da Comissão Administrativa do Gondomar SC.

O processo "Apito Dourado", que incluiu investigações a alegados casos de corrupção e tráfico de influências entre o futebol profissional português e as autarquias, foi investigado durante quase dois anos e teve o despacho de acusação em 8 de Fevereiro deste ano.

A instrução do processo, pedida por 16 dos 27 arguidos, começou em 12 de Dezembro de 2006, e vai agora confirmar ou anular a acusação, estando previsto que a fase de inquirição de testemunhas termine a 17 de Janeiro de 2007./ Público

sábado, dezembro 16, 2006

Carolina Salgado vai a tribunal segunda-feira

Carolina Salgado, ex-companheira de Pinto da Costa, presidente do FC Porto, foi convocada para depor segunda-feira no Tribunal de Gondomar, no âmbito do processo de corrupção no futebol "Apito Dourado", noticiou hoje a TVI.

Carolina Salgado publicou, em vésperas do início da instrução do processo, um livro intitulado "Eu, Carolina", no qual denuncia alegadas situações de corrupção desportiva, evasão fiscal, violação do segredo de justiça, agressões, perjúrio e fuga à justiça.

Entre outras acusações, a ex-companheira do presidente do FC Porto revela que contratou duas pessoas - a mando de Pinto da Costa - para agredirem Ricardo Bexiga, actual deputado do PS e então vereador da Câmara de Gondomar, cujas denúncias deram origem à investigação do "Apito Dourado".

Simplesmente Carolina Salgado, SIC

quarta-feira, dezembro 13, 2006

Porque gosto da história de Carolina Salgado

Instante Fatal em quarta posição no Google, ontem, na pesquisa "Carolina Salgado".



Alguns leitores do Instante Fatal têm-me criticado por ter cedido às audiências e de ter dado aqui espaço ao livro e a toda a polémica em torno de Carolina Salgado.

Eu sou um fanático das audiências.

Defendo até ao fim que os jornalistas têm de trabalhar para os leitores e que não há leitores maus, há mau jornalismo. Sem leitores não há jornalismo e sem eles não há empregos.

Quando fui editor multimédia do Expresso aumentei em poucos meses significativamente as audiências. E nunca cedi, nem me deixariam, a tentações fáceis.
Apostei na qualidade, na surpresa, na emoção, na agilidade, na utilidade para com os leitores.


Atraír o público é uma arte, tal como é uma arte sermos pessoas com qualidades para os outros nos seguirem, admirarem ou amarem.

Uma geração de jornalistas, dos anos 70, habituou-se a trabalhar para um público que não tinha escolhas, logo era fácil monopolizar os temas quer na forma quer nos conteúdos. Quando vemos a RTPmemória achamos inacreditável como a televisão era tão má há 15 anos. Era porque o monopólio estatal exercia a sua ditadura da mediocridade.

Depois muitos jornalistas habituaram-se a considerar que o patrão ( quer fosse Estado ou privado) só tinha de pagar os prejuízos dos jornais, ou televisões, ou revistas, porque o contrário era ceder à qualidade. Escreviam para eles, para os amigos. O leitor era burro se não os entendesse.

Um dos maiores embustes foi o mito do segundo canal da RTP.
As mentes defensoras do jornalismo dito sério achavam que aquele canal era bom porque era chato, cinzento, esquerdista e muito, muito, mal feito. Aquelas reportagens tipo diaporama da Diana Andringa, e de outros da mesma escola, eram o exemplo de televisão séria.
Até o Carlos Pinto Coelho já estava na calha para se tornar o idiota padrão do jornalismo cultural. ( que nunca doam as mãozinhas ao boxeur!!)

Estes dogmas são mortais na nossa sociedade. Por isso não evoluímos.

Ontem no LUX, no lançamento do excelente livro sobre fadistas do meu colega Jorge Simão ( grandes fotos Jorginho!!!) e da Alexandra Carita, um editor de um recém criado tablóide estava escandalizado porque o Expresso tinha sido desenhado por um designer espanhol. Como se o design tivesse pátria. Mas estava feliz porque a sopa de letras onde trabalha tem um ovo estrelado na testa. E tinha sido matutado por um jeitoso nacional. ( é um ex-intelectual resignado às maravilhas do entulho gráfico e o que é nacional é bom!!)

Isto remete-se para esta grande verdade: os nossos olhos só vêm o que nós queremos e a nossa inteligência é completamente selectiva.

Voltando aqui: o meu interesse pela história da Carolina aponta em vários sentidos. Acho a história políticamente importante, acho-a socialmente um retrato de um certo país que temos, humanamente é terrível: é um murro no estômago, um drama shakesperiano de amor, ódio, traição, com muita bimbalheira pelo meio num toque final com música de Nino Rota.

Ainda voltarei ao tema.

segunda-feira, dezembro 11, 2006

A bronca de Carolina Salgado na Luz em 2005

No jogo na Luz entre o Benfica e o Porto, em Março de 2005, Carolina Salgado atacou forte e feio Veiga e amigos, relembremos o que contava então o Correio da Manhã:





Tudo porque Carolina Salgado, companheira de Pinto da Costa, terá decidido ‘despedir-se’ insultuosamente dos responsáveis ‘encarnados’, aproveitando o livre trânsito que possui e que lhe permitiu invadir uma área de acesso reservado aos intervenientes no jogo e outros credenciados.

E foi precisamente à saída dos balneários, antes de alguns responsáveis rumarem ao interior do autocarro do Benfica, que soltou a língua com impropérios vários. José Veiga foi então o alvo privilegiado, mas nem só o homem forte do futebol escutou os insultos.

Igualmente presentes estavam Lourenço Pereira Coelho, Shéu e até Trapattoni. Luís Filipe Vieira, que viajou para o Porto no seu carro pessoal, não assistiu ao incidente. Veiga, em conjunto com as forças de segurança, acordava os termos da saída do autocarro do Dragão.

Aliás, foi mesmo na presença de agentes da PSP à civil que Carolina Salgado chamou a si o protagonismo. Acompanhada por elementos da segurança portista, a companheira de Pinto da Costa ‘forçou’, com a sua intervenção, a PSP a encaminhar de imediato Veiga para o autocarro.

Contudo, por esta altura, alguns jogadores não tinham ainda abandonado os balneários, casos de Geovanni, Alcides, Everson e Nuno Gomes. E também estes, principalmente Nuno Gomes, foram confrontados com vários insultos, então já com responsáveis da SAD portista ali presentes. Valeu a pronta intervenção da PSP, apressando os jogadores, para evitar males maiores.

Certo mesmo é que o ‘caso’ provocou incómodo entre a comitiva, até pelos cuidados que rodearam os preparativos do encontro. É que, por acção dos dirigentes, os adeptos foram impedidos de transportar para o ‘Dragão’ cartazes provocatórios, alguns visando precisamente Carolina Salgado. Eis um exemplo: imagine um preservativo gigante com a seguinte frase ‘Carolina, podes vir’.

"NÃO MERECE ANDAR NO FUTEBOL"

“As atitudes tomadas pela pessoa em causa (Carolina Salgado) não nos espantaram, uma vez que tiveram o mesmo sentido provocatório que as tidas na Luz”. Foi desta forma que o Benfica reagiu às cenas ocorridas após o jogo.

Mas o responsável pela comunicação ‘encarnada’, Cunha Vaz, vai mais longe: “Lamentamos que um jogo que decorreu com ‘fair play’ fique manchado por actos de algumas pessoas que não merecem andar no futebol”.

RESSACA DO CLÁSSICO

LUISÃO LESIONADO FALHA TREINO

Luisão ressentiu-se de um toque sofrido no clássico e não treinou ontem, tendo ficado pelo ginásio. O central está assim em dúvida para o embate de amanhã com o Beira-Mar para a Taça de Portugal (20h30, RTP 1). Trapattoni não pode contar com Simão e Karadas (ambos castigados) e deve apostar em Nuno Gomes e Delibasic no ataque.

DIEGO PROMETE RENDER MAIS

Diego apresentou o ‘site’ www.diego10.com.br e prometeu dar mais ao FC Porto: “Sou muito exigente com o meu futebol, com o meu potencial e acho que tenho sempre a melhorar”, apontou o craque brasileiro. “Acredito que já tenho rendido próximo do meu ideal, mas ainda falta mais um pouco...”, admitiu Diego, que quer continuar no Dragão: “Assinei um contrato de cinco anos e não vejo possibilidade de sair”, tranquilizou os adeptos, a quem promete um golo frente ao Penafiel para a galeria de vídeos do seu ‘site’.

DRAGÕES 'MANCOS' DO LADO DIREITO

José Couceiro debate-se com dúvidas para o lado direito da defesa, na sequência do quinto cartão amarelo visto por Seitaridis que o impede de defrontar o Penafiel. Com Ricardo Costa também a cumprir castigo e Bosingwa a recuperar de lesão, adensam-se as interrogações para a deslocação a Penafiel. Raúl Meireles poderá ser a solução para lateral direito, enquanto Pedro Emanuel regressa ao eixo da defesa.

domingo, dezembro 10, 2006

Carolina Salgado arguida

Carolina do Costa no tempo em que os animais falavam


Carolina Salgado será constituída arguida caso confirme ao Ministério Público a co-autoria moral no caso das agressões a Ricardo Bexiga, antigo deputado da Assembleia da República e vereador da Câmara Municipal de Gondomar, a 25 de Janeiro de 2005.



De acordo com fonte do Ministério Público contactada pelo CM, Carolina Salgado, que assumiu ter contratado dois homens para agredir Ricardo Bexiga a pedido de Pinto da Costa, então seu companheiro, será chamada brevemente ao Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) do Porto para prestar declarações.

É que, para defesa da própria e por uma questão de legalidade processual, logo que assuma perante as autoridades a intermediação neste atentado contra Ricardo Bexiga – tal como consta do livro agora lançado – a antiga mulher de Pinto da Costa será constituída arguida, sendo-lhe de imediato lidos os direitos e deveres processuais.

BEXIGA NO DIAP

Entretanto, Ricardo Bexiga desloca-se amanhã à tarde ao DIAP do Porto para prestar declarações sobre as agressões de que foi vítima a 25 de Janeiro de 2005, no Porto.

As denúncias de Carolina Salgado vieram acrescentar novos dados ao processo e poderão contribuir para identificar os dois autores materiais, bem como o mandante do crime, que terá sido o presidente do FC Porto, Pinto da Costa, devido ao caso ‘Apito Dourado’, segundo a sua ex-companheira.

Carolina Salgado revela no seu livro ‘Eu, Carolina’ que foi Pinto da Costa quem encomendou as agressões, porque o ex-vereador do Partido Socialista da Câmara Municipal de Gondomar, presidida por Valentim Loureiro – também arguido no processo ‘Apito Dourado’ – seria uma das principais testemunhas dos factos que deram origem ao caso da alegada corrupção no futebol e no qual o presidente do Futebol Clube do Porto é arguido.

As revelações de Carolina Salgado dão um novo alento ao caso das agressões a Ricardo Bexiga, quando tudo indicava que os autos seriam arquivados por falta de provas. Até ao momento ainda não foram identificados os agressores. No entanto, segundo a versão de Carolina Salgado, Pinto da Costa terá contratado dois homens pelo preço de dez mil euros.

O jovem advogado e político, ex-deputado na Assembleia da República a quem, há quase dois anos, foi partido o braço esquerdo e desferidos golpes com um barrote na cabeça, que teve de ser suturada com 15 pontos, acredita que com o depoimento da ex-companheira de Pinto da Costa o caso vai poder finalmente se esclarecido.

Ricardo Bexiga, que já tinha prestado declarações no DIAP, voltará a ser inquirido pela magistrada titular do processo. A colaboração de Carolina Salgado poderá revelar-se decisiva.

PROCESSO AVOCADO

Dada a gravidade deste caso, a procuradora da 4.ª Secção do Departamento de Investigação e Acção Penal do Porto, Clara Oliveira, deverá chamar a si o processo das agressões a Ricardo Bexiga, segundo referiu a mesma fonte judiciária ao CM.

Com as declarações públicas de Carolina Salgado foi proposta já a avocação do processo à coordenadora do DIAP, Hortênsia Calçada.

O caso ainda está com a procuradora adjunta Graça Ferreira, que amanhã à tarde ainda será a magistrada que inquirirá Ricardo Bexiga.

A procuradora-geral adjunta Hortênsia Calçada ainda não despachou sobre a proposta de avocação.

AUTORA DESCONHECE NOTIFICAÇÃO

“Não sei de nada”. É desta forma que Carolina Salgado responde quando questionada sobre a possibilidade de vir a ser constituída arguida no processo. Depois das afirmações bombásticas no dia de apresentação do seu livro, nas quais reiterou as ameaças à sua integridade física, Carolina Salgado remeteu-se ontem ao silêncio, respondendo sempre a todas as perguntas dos jornalistas com a frase “Não sei de nada. Não tive tempo para ver nada.”

A opção é clara e, sabe o ‘CM’, passa por analisar com a devida atenção todas as notícias que vieram a público, respondendo, depois, da melhor forma, ao que foi sendo dito e escrito na Comunicação Social. Na segunda sessão de autógrafos do dia, realizada numa grande superfície em Alfragide, bem mais calma do que a primeira em Almada, Carolina Salgado afirmou desconhecer as intenções de Pinto da Costa, que pretende retirar o livro das bancas com uma providência cautelar.

PINTO DA COSTA EM SILÊNCIO

Pinto da Costa recusa comentar as revelações da sua antiga companheira, designadamente as agressões ao ex-deputado do PS e vereador da Câmara de Gondomar Ricardo Bexiga. No livro agora publicado, Carolina Salgado confirma algumas das notícias já conhecidas, segundo as quais Pinto da Costa foi avisado com antecedência de que seria detido e alvo de busca domiciliária, em Vila Nova de Gaia.

A ex-companheira do presidente do FC Porto confirma que a informação confidencial foi obtida do interior da Polícia Judiciária do Porto e quem terá dito tudo a Pinto da Costa foi o advogado Lourenço Pinto, na presença dos irmãos Reinaldo Teles e Joaquim Pinheiro, dirigentes do FCP. Pinto da Costa foi o único arguido do caso ‘Apito Dourado’ que não foi apanhado desprevenido.

DEZ ANOS DE CADEIA

Pinto da Costa arrisca uma pena de prisão efectiva até dez anos caso se prove ter sido ele quem mandou agredir o antigo deputado do PS e vereador em Gondomar Ricardo Bexiga. Mas se o Ministério Público qualificar as agressões como tentativa de homicídio na forma qualificada, as penas podem subir de 12 para 25 anos de prisão, por se verificar uma especial censurabilidade de atentar contra um membro de um órgão de autarquia local, além de ser testemunha, que estava a colaborar com as autoridades judiciárias e advogado de profissão.

MAGISTRADOS PROTEGIDOS

Os vários magistrados do caso ‘Apito Dourado’ chegaram a ter protecção policial na sequência de suspeitas de vigilâncias, mas neste momento nenhum tem escolta do Corpo de Segurança Pessoal da PSP, apurou o CM. O procurador Carlos Teixeira bem como a juíza de instrução Ana Cláudia Nogueira estiveram sob protecção da PSP. Um outro jurista igualmente protegido foi Ricardo Bexiga, então principal vereador no PS na Câmara de Gondomar, presidida por Valentim Loureiro. Os magistrados têm direito a uso e porte de arma, de calibre de guerra.

REACÇÕES

"GOVERNO DEVE PRONUNCIAR-SE" (João Palma, Ministério Público)

“Este caso enquadra-se no ambiente de descredibilização das entidades judiciárias fomentado pelo poder político, com excepção do Presidente da República. Mas estas pressões superam tudo o que é admissível num regime democrático. Era bom que o Governo e a Assembleia da República se pronunciassem sobre isto para nós também sabermos com o que é que podemos contar.”

"PJ NÃO SE DEIXA ATEMORIZAR" (Carlos Anjos, Polícia Judiciária)

“Haja o que houver em qualquer processo os funcionários de investigação criminal da Polícia Judiciária não são susceptíveis a qualquer tipo de pressão. Posso dizer, no entanto, que há sempre acções que se fazem nesse sentido. Contudo, como referi, os profissionais da PJ não se deixam atemorizar. E se sentirmos que nos andam a controlar, a nossa ânsia investigatória aumenta sempre.”

"ACTUAÇÃO GRAVÍSSIMA" (António Martins, Ass. Juízes)

“Este tipo de actuação é gravíssima e deve levar a uma investigação exaustiva. Este caso demonstra que a independência dos juízes não é um conceito abstracto. Procuraram telhados de vidro, mas não foram encontrados. Os cidadãos portugueses podem estar descansados com os seus magistrados, mas é preciso que a comunidade exija que os juízes continuem a ter um estatuto que lhes permita isenção.”

"FUI PERSEGUIDO" (Carlos Teixeira)

Carlos Teixeira, procurador, chegou a ter protecção policial durante o período (Abril de 2004) em que foram detidos vários arguidos do processo ‘Apito Dourado’.

Correio da Manhã – Durante a fase de investigação do processo ‘Apito Dourado’ foi alvo de algum tipo de perseguição?

Carlos Teixeira – Em 2004 fui perseguido duas vezes. Perseguições de automóvel. Foram ambas nas ruas de Gondomar, onde resido. Reportei essa situação à minha hierarquia [o actual procurador-geral distrital do Porto, Pinto Nogueira].

– Teve protecção policial?

– Sim, durante pouco mais de uma semana, em Abril de 2004 [altura em que foram detidos vários arguidos do processo ‘Apito Dourado’, caso de Valentim Loureiro]. Depois considerei que não valia a pena. Não dei qualquer importância a essa situação.

– As perseguições de que falou aconteceram antes ou depois de ter dispensado a protecção policial?

– Algum tempo depois.

– Reconheceu a pessoa que o perseguiu?

– Na segunda vez que fui perseguido, reconheci-a perfeitamente.

– É arguido no processo ‘Apito Dourado’?

– Não posso falar sobre isso. Digo, apenas, que reconheci o indivíduo, apesar de ele ter tentado esconder a cara com o braço quando parei o meu carro ao lado do dele.

– Chegou a falar com esse indivíduo?

– Não. Encostei o carro ao lado do dele para ver se ele me enfrentava. E olhei para ele. O indivíduo tentou esconder a cara com o braço. Depois fui-me embora e ele veio atrás de mim.

– Alguma vez sentiu que teve a integridade física em risco?

– Não.

– A sua família também chegou a ser importunada?

– Que eu saiba, não.

– Conhece outras pessoas – juízes, magistrados do Ministério Público ou inspectores da PJ – que intervieram no processo ‘Apito Dourado’ que tenham sido perseguidas?

– Sei que aconteceram algumas coisas a outras pessoas, mas não vou dizer o que sucedeu nem quem são.

– Chegou a ter medo?

– Não. Nunca deixei de fazer o que tinha de ser feito.

PERFIL

Carlos José do Nascimento Teixeira nasceu em Vinhais (Bragança), no dia 15 de Março de 1965. Divorciado, dois filhos, tirou o curso de Direito na Universidade de Coimbra e é adepto do Rebordelo (equipa que milita da Divisão de Honra da Associação de Futebol de Bragança). Além de procurador no Tribunal de Gondomar, desde 1997, é formador no Centro de Estudos Judiciários.
Joaquim Gomes / Octávio Lopes
/Correio da Manhã

sexta-feira, dezembro 08, 2006

Excertos de "Eu Carolina" para rir e chorar


Uma dança ao som de Brand New Days, de Sting, celebrou o princípio da relação entre Jorge Nuno Pinto da Costa e Carolina Salgado, que esta quinta-feira lançou um livro que não deve estar muito tempo nos escaparates.

"Eu, Carolina" é um livro de 162 páginas que compromete Jorge Nuno Pinto da Costa em muitas situações, nomeadamente no que diz respeito ao processo Apito Dourado.

No início do livro, Carolina revela que conheceu o presidente do FC Porto, com a mediação de Reinaldo Teles, um dos homens da SAD portista que frequentava o Calor da Noite, bar de alterne, onde a autora trabalhava madrugada dentro.

Joaquim Oliveira, empresário dos media, também frequentava o local assiduamente, e quando surgia era “sinónimo de festa de arromba”.

“As minhas pernas começaram a tremer, senti um frio no estômago e tive que sair da pista de dança”, lembra quando viu Pinto da Costa pela primeira vez.

“Previ que estava a nascer um grande amor e não me enganei. Dançámos três músicas seguidas e a sensação que tinha era que apenas existíamos nós, não havia ninguém em volta. Fez-me sentir uma verdadeira princesa”, confessa.

Estávamos no Outono de 2000.

Depois, o início das revelações que comprometem Pinto da Costa: “Sempre que, durante um jogo, o Jorge Nuno achava que o árbitro tinha prejudicado o FC Porto, ligava ao senhor José António Pinto de Sousa, presidente do Conselho de Arbitragem, que lhe atendia o telefone, começando por manifestar a sua indignação perante a incompetência do árbitro, mas acabando sempre por marcar um jantar para fazer as pazes.”

Pinto da Costa festejou vitória da Grécia

Uma das confissões mais relevantes da ex-mulher de Pinto da Costa reside no facto de o presidente do FC Porto ter festejado o triunfo da Grécia no Euro 2004.

“O Jorge Nuno alterou-se com o senhor Scolari quando percebeu que este não cederia às suas vontades. O que incomodava Jorge Nuno era o facto de toda a gente ter percebido que o presidente do FC Porto perdera o poder que gostava de ostentar sobre todos os aspectos do futebol português, incluindo a equipa de todos nós. Conheço casas onde o desaire [refere-se à derrota de Portugal na final do Euro 2004 com a Grécia] foi festejado com a abertura de uma garrafa de champanhe. A minha, por exemplo. E assumo o risco da impopularidade que uma revelação destas pode causar. Politicamente falando era intolerável para o Jorge Nuno ter de suportar a vitória portuguesa no Euro 2004, que, para ele, não seria mais do que o sucesso de Scolari contra a sua pessoa“, revela.

Apito de alerta do amigo Lourenço Pinto...

Como dissemos acima, Carolina Salgado confessa ao pormenor como Pinto da Costa geriu a sua vida quando o processo Apito Dourado rebentou.

“Foi o doutor Lourenço Pinto quem, às sete da manhã, nos telefonou para casa avisando que o major, o doutor Pinto de Sousa e alguns funcionários da Câmara de Gondomar tinham recebido a visita da PJ. O Jorge Nuno ficou deveras perturbado com o que estava a acontecer ao major. Receava que o major ou Pinto de Sousa falassem de mais. Esta era a sua preocupação”, relata.

Na véspera da sua detenção, que nunca chegou a acontecer, Pinto da Costa contou com uma preciosa ajuda, nada mais nada menos que Lourenço Pinto, advogado do major Valentim Loureiro.

Tendo em conta o acontecimento, o conhecido advogado, segundo Carolina Salgado, marcou um almoço no restaurante Boucinha, em Vila Nova de Gaia.

“À mesa fomos informados com pormenor da situação. Na manhã do dia seguinte, uma brigada da PJ iria entrar na nossa casa e na casa de Reinaldo Teles com mandados de busca e de detenção (…) Foi muito acentuado que os agentes eram de Lisboa, como se por isso o perigo triplicasse, o que não me pareceu uma análise correcta. (…) Quer o Jorge Nuno, quer o Reinaldo Teles ficaram petrificados com as informações. O Reinaldo ficou branco, quanto ao Jorge Nuno, o que ouviu, da boca do dr. Lourenço Pinto, deu-lhe positivamente a volta à barriga. Não havia tempo a perder. O Jorge Nuno tinha de sair do país”, diz.

António Araújo não foi avisado, segundo Carolina Salgado, por ser “o elo mais fraco” e para que a estratégia montada “funcionasse na perfeição”.

A mãe de Carolina estava incumbida de atender os agentes da PJ, tendo de dizer a frase previamente combinada: “O senhor Jorge Nuno e a esposa aproveitaram o feriado para dar um passeio.” Isto numa altura em que o casal se encontrava na Galiza.

Como curiosidade, a mulher de Reinaldo Teles recebeu os agentes da PJ com uma frase elucidativa da sua seriedade: “Não dormiu cá. De certeza que passou a noite com alguma amante!”

Reinaldo Teles pernoitou num hotel do Porto.

Carolina Salgado lembra que ela e Pinto da Costa resolveram deixar o cofre da casa aberto, “numa atitude de descaramento e provocação”.

Já em Espanha, “Jorge Nuno acusava o Major de ter falado de mais e não ter cuidado”.

Confraternização com árbitros
Para sustentar a sua tese, Carolina faz uma confissão bastante perniciosa para o líder portista: “Os árbitros Martins dos Santos e Augusto Duarte eram visitas de nossa casa, sempre trazidos pelo António Araújo. Por ser muito cuidadoso, Jorge Nuno nunca falou com um árbitro ao telefone, nem precisava de o fazer, visto que eles iam lá a casa para confraternizar.”

No dia do encontro, em casa, com o Beira-Mar, a contar para a Liga, Pinto da Costa combinou ir depor. Mas se ficasse detido havia uma estratégia bem montada: “Se, por acaso, Jorge Nuno ficasse detido por ordem da juíza, tal como aconteceu com o major, os Super Dragões invadiriam o Tribunal, destruindo tudo à sua passagem, e libertariam o presidente. Cá fora, eu estaria à sua espera num local previamente combinado e fugiríamos para Espanha, de onde só regressaríamos sabe-se lá quando.”

Entretanto, Carolina recorda que teve o “desprazer de ouvir Joaquim Pinheiro [irmão de Reinaldo Teles] dizer em voz bem alta que se não fosse ele o presidente estava engavetado, devido a uma informação de um amigo seu da PJ do Porto”.

Redacção Sportugal

Carolina Salgado diz de que


As declarações de Carolina Salgado à SIC e TVI ( as que vi e ouvi) a propósito do seu livro não são escaldantes são uma bomba.

A rapariga vai ter de explicar aquilo tudo em tribunal e vai ser complicado

Mas o que eu gostei foi daquela de Pinto da Costa jantar com àrbitros e depois comerem uns chocolatinhos. Eheheh! Entao e a fruta era depois ?

Também gostava de cafuné ? Ai meus lindos ! Se a vida está mal para o Pintinho que fará para nós !!