sábado, setembro 24, 2011

José Niza: o depois do adeus de um homem bom

Há pessoas que nunca atravessam a vida. O José Niza, infelizmente hoje falecido, foi uma delas.

Lembro-me dele como autor de canções tão belas como "Depois do Adeus" e tenho-o sempre ligado na memória aos tempos da jovem democracia portuguesa, defendendo a cultura portuguesa e uma forma de fazer política, ele foi deputado, empenhada e sincera.

José Niza foi director de programas da RTP e foi com ele que a televisão pública ganhou asas e deu a possibilidade a Herman José se ter afirmado com o seu Hermanias. Não fora José Niza e não seria decerto o artista que é Herman José. Isto só para dar um bom exemplo.

Com ele a música portuguesa foi defendida com a célebre lei da rádio. Retirou-se há anos da política activa, penso que vivia em Santarém ( cheguei a cruzar-me com ele na cidade), depois de também ter abandonada a sua profissão de médico.
Embora nunca o tenha conhecido pessoalmente, fico com a ideia de um homem de ideais e de acção democrática.
Fico também  com a triste ideia que cada vez mais ficamos sem os melhores de entre nós.

sexta-feira, setembro 09, 2011

Queres sexo por prazer? Toma! Paga a pílula!

Temos um governo amigo do povo. Do povo que votou neste  chefinho e do povo em geral que gosta do Pai Natal. E nele acredita.
Tínhamos um Primeiro porreiro-pá, temos agora um governo, porreiro- pá.
Um governo que pensa nos pobres, pensando em distribuir pelos mais desgraçados medicamentos fora de prazo e senhas de abastecimento alimentar, em vez de dinheiro vivo, evitando que os estroinas usem a colecta dos impostos para se embebedarem ou se meterem na droga.
Temos um governo que, apoiado pelo inenarrável bastonário dos médicos, pensa em taxar a fast-food prevenindo assim a saúde dos concidadãos, os mesmos que se empanturram em óleo de fritar, manteiga,chouriços e outra cultura gastronómica de garrafão.
Temos um governo que toma conta do nosso dinheiro e que não vai permitir que umas tipas andem a fornicar em segurança, não engravidando. Não querem procriar e o Estado ainda lhes pagava um subsidio para tomarem a pílula! Tomem! Paguem ou não f****m.
Um governo poupadinho que corta nas vacinas para que os portugueses não se transformem viciados em saúde!
Claro que devemos cortar no acessório.
E que o Estado deve ser minimalista.
Mas não animalista.
É a diferença entre a direita e a esquerda.