A ecologia tornou-se no negócio do século. O que começou como um movimento de pacifistas tontos, acabou num negócio tentacular para empresários dinâmicos. Até Sócrates que apostou um dia em lucrar com um negócio de venda de gasolina, acabou num beato verde que gosta de insultar os utilizadores de veículos particulares, embora utilize diáriamente um Phantom que produz tanto CO2 como um TIR.
Empresários que militam politicamente como Ângelo Correia e Passos Coelho, ou o ex-empresário vermelho Alexandre Alves, apostam agora na energia verde. Ainda bem.
Mas o que começa a entrar já numa paranóia mundial são os estudos de uns tantos patetas que querem fazer da ecologia o novo catecismo da ideologia dominante.
Um estudo hoje revelado já chegava ao ridículo de afirmar que ter animais domésticos era contra a ecologia e exemplificava que alimentar um cão com mais de 15 quilos equivalia a andar de Toyota Land Cruiser durante 10 mil quilómetros. E dar whiskas aos gatos equivalia a outros 10 mil quilómetros num Golf!!!
Isto no dia do não-fumador onde televisões como a RTP fizeram peças completamente
arregimentadas contra os fumadores, esses novos bárbaros do século XXI! A peça da RTP era construída (se é que se pode dizer isso de tal chacha!) na base de que o povinho se adaptou à ditadura da UE e da subsidiária ASAE, dando a ver uns subjugados à lei que meteu na ordem os doentios da beata.
Claro que não se falou da arrogância dos hóteis de 5 estrelas onde não há 1 metro quadrado para fumar, do desprezo dos restaurantes pelos clientes, da cegueira que Portugal adoptou na aplicação de uma lei que em França e Espanha foi aplicada de uma forma amiga dos cidadãos, defendendo quem não fuma e não criando um ghetto para os fumadores.
Mas em Portugal os únicos que não podem estar num ghetto são os homossexuais. O que acho sinceramente bem. Era o que faltava! Mas os outros são uma cambada de energúmenos que a ASAE toma conta deles.
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quarta-feira, novembro 18, 2009
segunda-feira, abril 20, 2009
ASAE FISCAL VAI ACTUAR NAS AUTO-ESTRADAS
Os fiscais da brigada das finanças, vestidos com os seus coletes reflectores, anti-bala, inspirados no design daqueles que a ASAE usa, desenhados por um daqueles estilistas do Norte, scanavam as matrículas dos carros que passavam na A5. Preferiam os modelos cujo preço rondava os 100 mil euros, coisa fácil de encontrar naquele local e àquela hora: antes das 10 da manhã quando o trânsito engarrafa e os ricaços se aproximam de Lisboa, sede das poucas empresas que teimam em ter sede numa cidade portagada.
O scanner lia as matrículas e no computador Magalhães versão 0,60, aparecia o nome do proprietário da viatura, o número de contribuinte, e clicando noutra janela a declaração de IRS.
"Alto ! Busca, busca, segue, segue, viatura matrícula Maike, Fada, 30-30. Manda apreender!"- gritava o fiscal, excitado pela primeira peça de caça do dia. O ladrão que conduzia a viatura de 125 mil euros, tinha declarado um rendimento em sede de IRS ( diz-se assim!!) muito inferior ao valor da carripana. Carro apreendido, para venda em hasta pública, sendo que sessenta por cento do valor vendido reverterá a favor do Estado. Com o restante o contribuinte poderá usá-lo para a entrada de um novo carro igual em leasing.
Este cenário é ficção mas completamente possível de acontecer. Credível do ponto de vista fiscal, e possível do ponto de vista informático e, mais ainda, muito provável do ponto de vista operacional. A lei que o governo finge que vai aprovar poderá dar em todo o tipo de arbitrariedades, perdas das liberdades e garantias individuais.
Há uma excepção: o carro de valor superior a 100 mil euros detectado ser da Assembleia da República, do governo ou de uma câmara, e então o ónus da prova é fácil: o carro é do povo, foi pago pelo povo, pode seguir !!!
O scanner lia as matrículas e no computador Magalhães versão 0,60, aparecia o nome do proprietário da viatura, o número de contribuinte, e clicando noutra janela a declaração de IRS.
"Alto ! Busca, busca, segue, segue, viatura matrícula Maike, Fada, 30-30. Manda apreender!"- gritava o fiscal, excitado pela primeira peça de caça do dia. O ladrão que conduzia a viatura de 125 mil euros, tinha declarado um rendimento em sede de IRS ( diz-se assim!!) muito inferior ao valor da carripana. Carro apreendido, para venda em hasta pública, sendo que sessenta por cento do valor vendido reverterá a favor do Estado. Com o restante o contribuinte poderá usá-lo para a entrada de um novo carro igual em leasing.
Este cenário é ficção mas completamente possível de acontecer. Credível do ponto de vista fiscal, e possível do ponto de vista informático e, mais ainda, muito provável do ponto de vista operacional. A lei que o governo finge que vai aprovar poderá dar em todo o tipo de arbitrariedades, perdas das liberdades e garantias individuais.
Há uma excepção: o carro de valor superior a 100 mil euros detectado ser da Assembleia da República, do governo ou de uma câmara, e então o ónus da prova é fácil: o carro é do povo, foi pago pelo povo, pode seguir !!!
segunda-feira, junho 23, 2008
ASAE VAI CHEIRAR A SEXY SHOP

Não há dúvidas: o que a ASAE representa e serve neste governo é a de uma polícia de costumes. O que o Estado quer, já não é defender os cidadãos enquanto consumidores, o que está em jogo é o Estado regular, regulamentar, punir, introduzir no quotidiano dos cidadãos comportamentos normativos.
Está aí uma nova moral, mais fascista do que aquelas pobres, tristes leis e portarias do regime caduco de Salazar e Caetano.
A ASAE não proíbe só o chouriço e a sardinhada sem serem assépticas.
Agora vai entrar a matar numa sexy shop no Largo da Mesericórdia porque está a menos de 300 metros de uma igreja e a uns outros metros de uma escola. Na montra estão uns inofensivos manequins que se despem de lingerie preta, porventura mais inofensiva e inocente, do que a de muitas mãezinhas daqueles alunos, ou muito menos escabrosa da lingerie de algumas pecadoras que aproveitam a hora do almoço para irem rezar à Santíssima Trindade as facadas dadas no matrimónio.
A ASAE cheira em todo o lado e agora prefere o sexo. De seguida vai bater à porta dos quartos e verificar se se fornica com preservativos, isto na primeira fase. Na fase seguinte vai querer verificar a data de validade dos invólucros. E quando o país estiver equilibrado de finanças e houver uma segunda maioria absoluta é natural que a ASAE passe a exigir a plastificação permanente da ferramenta operacional.
O ridículo mata, mas na verdade este organismo fascista contínua em acção e não há quem lhe ponha cobro.
Vão lá à loja do sexo e apreendam tudo,incluindo algum enchido que por lá encontrem já fora de prazo !!!!
sábado, maio 10, 2008
As confissões do senhor ASAE
Com o mesmo à vontade com que acende uma cigarrilha no casino, António Nunes vem dizer com suprema lata e pólo cor de rosa na televisão que não devemos dramatizar a lista de Nunes e que a circular que foi apanhado não era para ter seguido.
Este super-polícia da geração Sócrates é um belo exemplar de refinado cinismo e a prova provada em como a caça ao cidadão está aberta há muito tempo em nome da ganância justicialista com inconfessáveis fins que mais não são do que a engorda dos cofres do Estado.
Outro bófia do regime é o secretário de estado das finanças. Ao ter sido posto perante o facto de já haver cidadãos a levantarem processos a funcionários por abuso fiscal, o supremo chefe foi logo acalmar os funcionários: " não tenham medo o Estado não vos abandonará!". Quer isto dizer: se os cidadãos cheios de razão vos acusarem e os tribunais provarem que houve caça ao imposto, o Estado defenderá os abusadores do poder. E com o dinheiro de quem ? Dos contribuintes, claro. Esta desfaçatez passa impune na imprensa, no oposição, nos comentadores encartados.
António Costa Pinto disse hoje de manhã na SIC N que a ASAE fez o que fazem a maioria dos organismos de Estado similares: os chefes marcam metas para multas e outros saques. Jornalismo de investigação: Hello!!! Vamos investigar ? Vamos saber os resultados das tendas montadas pelas brigadas de trânsito para a caça à multa ?
Mais no Público
Este super-polícia da geração Sócrates é um belo exemplar de refinado cinismo e a prova provada em como a caça ao cidadão está aberta há muito tempo em nome da ganância justicialista com inconfessáveis fins que mais não são do que a engorda dos cofres do Estado.
Outro bófia do regime é o secretário de estado das finanças. Ao ter sido posto perante o facto de já haver cidadãos a levantarem processos a funcionários por abuso fiscal, o supremo chefe foi logo acalmar os funcionários: " não tenham medo o Estado não vos abandonará!". Quer isto dizer: se os cidadãos cheios de razão vos acusarem e os tribunais provarem que houve caça ao imposto, o Estado defenderá os abusadores do poder. E com o dinheiro de quem ? Dos contribuintes, claro. Esta desfaçatez passa impune na imprensa, no oposição, nos comentadores encartados.
António Costa Pinto disse hoje de manhã na SIC N que a ASAE fez o que fazem a maioria dos organismos de Estado similares: os chefes marcam metas para multas e outros saques. Jornalismo de investigação: Hello!!! Vamos investigar ? Vamos saber os resultados das tendas montadas pelas brigadas de trânsito para a caça à multa ?
Mais no Público
terça-feira, janeiro 22, 2008
Senhor ASAE no Perdoa-me da AR
O inspector-geral da ASAE, António Nunes, garante nunca ter defendido o encerramento de metade dos restaurantes portugueses, tendo sublinhando apenas a necessidade de modernização do sector.
"O que quis dizer é 50 por cento da restauração precisava de modernizar-se, adaptar-se", afirmou António Nunes, durante a audição na comissão parlamentar de Assuntos Económicos, agendada a pedido do CDS-PP.
Há cerca de três semanas, em entrevista ao semanário “Sol”, o inspector-geral da Autoridade para a Segurança Alimentar e Económica argumentava que metade dos restaurantes e cafés portugueses "estão condenados a fechar" devido ao incumprimento de regulamentos comunitários.
"Ainda estamos longe das médias europeias. Para se cumprirem hoje os regulamentos comunitários como estão na lei, 50 por cento dos restaurantes e cafés não estão aptos", explicou.
Além do incumprimento das regras comunitárias, o inspector-geral sublinhava também que Portugal tem “três vezes mais restaurantes por habitante do que a média europeia” e dizia que isso “não tem viabilidade económica”.
Estas declarações geraram uma onda de indignação, reforçando os argumentos dos que acusam a ASAE de excesso de zelo e mediatismo.
Inspector admite erros
Durante a audição, António Nunes, reconheceu hoje que a ASAE, "como entidade jovem que é", possa ter cometido erros, mas garantiu que todas as críticas recebidas são avaliadas internamente. No entanto, assegura que, até agora, nunca recebeu "queixas de desvios" dos inspectores, apesar de reconhecer que, entre cem brigadas e mais de 200 inspectores, "é natural que nem todos estejam bem-dispostos todos os dias".
Na sua intervenção inicial, o responsável referiu ainda que é ele quem define "a orientação global de actuação" dos inspectores e que assenta em dois princípios de actuação: "urbanidade com os operadores económicos e aplicação da legislação com proporcionalidade".
Ainda segundo o inspector-geral da ASAE, os inspectores daquela entidade fazem um "esforço enormíssimo para seres rigorosos com os operadores" e para que estes não se sintam discriminados.
Numa resposta indirecta às críticas que são feitas à forma de actuar da ASAE, António Nunes fez questão de assinalar o facto de que a maioria das sentenças que têm saído dos tribunais relativas a queixas interpostas por operadores económicos não têm sido desfavoráveis à ASAE./ PÚBLICO
"O que quis dizer é 50 por cento da restauração precisava de modernizar-se, adaptar-se", afirmou António Nunes, durante a audição na comissão parlamentar de Assuntos Económicos, agendada a pedido do CDS-PP.
Há cerca de três semanas, em entrevista ao semanário “Sol”, o inspector-geral da Autoridade para a Segurança Alimentar e Económica argumentava que metade dos restaurantes e cafés portugueses "estão condenados a fechar" devido ao incumprimento de regulamentos comunitários.
"Ainda estamos longe das médias europeias. Para se cumprirem hoje os regulamentos comunitários como estão na lei, 50 por cento dos restaurantes e cafés não estão aptos", explicou.
Além do incumprimento das regras comunitárias, o inspector-geral sublinhava também que Portugal tem “três vezes mais restaurantes por habitante do que a média europeia” e dizia que isso “não tem viabilidade económica”.
Estas declarações geraram uma onda de indignação, reforçando os argumentos dos que acusam a ASAE de excesso de zelo e mediatismo.
Inspector admite erros
Durante a audição, António Nunes, reconheceu hoje que a ASAE, "como entidade jovem que é", possa ter cometido erros, mas garantiu que todas as críticas recebidas são avaliadas internamente. No entanto, assegura que, até agora, nunca recebeu "queixas de desvios" dos inspectores, apesar de reconhecer que, entre cem brigadas e mais de 200 inspectores, "é natural que nem todos estejam bem-dispostos todos os dias".
Na sua intervenção inicial, o responsável referiu ainda que é ele quem define "a orientação global de actuação" dos inspectores e que assenta em dois princípios de actuação: "urbanidade com os operadores económicos e aplicação da legislação com proporcionalidade".
Ainda segundo o inspector-geral da ASAE, os inspectores daquela entidade fazem um "esforço enormíssimo para seres rigorosos com os operadores" e para que estes não se sintam discriminados.
Numa resposta indirecta às críticas que são feitas à forma de actuar da ASAE, António Nunes fez questão de assinalar o facto de que a maioria das sentenças que têm saído dos tribunais relativas a queixas interpostas por operadores económicos não têm sido desfavoráveis à ASAE./ PÚBLICO
domingo, janeiro 13, 2008
quinta-feira, janeiro 03, 2008
Inspector da ASAE aceitou jantar de 500 euros
Mais grave do que a cigarrilha acesa por António Nunes, o temível inspector-geral da ASAE, no restaurante do Casino Estoril, já depois da famigerada lei do tabaco ter entrado em vigor, é o facto de ele e o seu sub-inspector terem sido convidados pelo Casino.
Estavam sentados na mesa da administração usufruindo de um jantar que naquela noite custava 500 euros por cabeça, revelou hoje Mário crespo na SIC N. Ora isto parece ser um facto de uma enorme gravidade.
Um agente do Estado com as funções que tem António Nunes não pode, ou não deveria nunca, poder aceitar um convite desta natureza, ainda por cima tratando-se de uma actividade que o seu organismo fiscaliza.
Nós jornalistas temos um código de conduta que não nos permite aceitar convites deste tipo, precisamente para podermos manter a independência.
Este descaramento, que é fruto de uma falta de regulamentação ética e de comportamento dos agentes do Estado, acontece desta forma porque em Portugal é tudo normal, amiguinho e bons rapazes. Os "outros" é que são porcos, maus, feios e fumam cigarros. E, claro, pagam impostos.
Hoje à noite na SIC N confrontado com este facto o clone de Sócrates, o ministro Pereira da Silva contornou a questão achando normal um responsável daquele calibre ir jantar a restaurantes. Silva fez ouvidos de mercador e evitou o embaraço de se ter tratado de um convite, para um jantar que a ser pago teria custado 500 euros ( sem cigarrilha).
A cigarrilha do inspector está a dar a volta ao Mundo através da Reuters que já usou o acontecimento para a imprensa estrangeira gozar com este país da treta.
O país onde se abrem salas de chuto e fecham urgências, o país onde o Ministro da Doença acha normal um burocrata sentado numa ambulância xpto se recusar a transportar de imediato um doente com ataque cardíaco porque devia ligar antes para o 112 ! Faz lembrar a anedota de uma cantora de ópera que numa limousine alugada em Nova Yorque, telefonou pelo telemóvel para a sede da rent-a-car em S. Francisco para mandar o motorista baixar o nível do ar condicionado!
Estamos sempre perante um governo que não existe para facilitar a vida aos cidadãos. Existe para cortar nas despesas ( acaba de não subir na taxa da inflação os pensionistas que recebem mais de 600 euros ! palmas...), cortar no apoio social e carregar nos impostos.
Depois venham dizer que as críticas são demagogia. O Marcelo Caetano queixava-se do mesmo nas Conversas em Família.
PS: Para tornar a coisa mais manhosa só faltaria a cigarrilha ser uma réles Café Creme e o champagne uma zurrapa tipo ASTI. Este burocratas novos-ricos gozam assim a vida com estatuto de saloios.
Estavam sentados na mesa da administração usufruindo de um jantar que naquela noite custava 500 euros por cabeça, revelou hoje Mário crespo na SIC N. Ora isto parece ser um facto de uma enorme gravidade.
Um agente do Estado com as funções que tem António Nunes não pode, ou não deveria nunca, poder aceitar um convite desta natureza, ainda por cima tratando-se de uma actividade que o seu organismo fiscaliza.
Nós jornalistas temos um código de conduta que não nos permite aceitar convites deste tipo, precisamente para podermos manter a independência.
Este descaramento, que é fruto de uma falta de regulamentação ética e de comportamento dos agentes do Estado, acontece desta forma porque em Portugal é tudo normal, amiguinho e bons rapazes. Os "outros" é que são porcos, maus, feios e fumam cigarros. E, claro, pagam impostos.
Hoje à noite na SIC N confrontado com este facto o clone de Sócrates, o ministro Pereira da Silva contornou a questão achando normal um responsável daquele calibre ir jantar a restaurantes. Silva fez ouvidos de mercador e evitou o embaraço de se ter tratado de um convite, para um jantar que a ser pago teria custado 500 euros ( sem cigarrilha).
A cigarrilha do inspector está a dar a volta ao Mundo através da Reuters que já usou o acontecimento para a imprensa estrangeira gozar com este país da treta.
O país onde se abrem salas de chuto e fecham urgências, o país onde o Ministro da Doença acha normal um burocrata sentado numa ambulância xpto se recusar a transportar de imediato um doente com ataque cardíaco porque devia ligar antes para o 112 ! Faz lembrar a anedota de uma cantora de ópera que numa limousine alugada em Nova Yorque, telefonou pelo telemóvel para a sede da rent-a-car em S. Francisco para mandar o motorista baixar o nível do ar condicionado!
Estamos sempre perante um governo que não existe para facilitar a vida aos cidadãos. Existe para cortar nas despesas ( acaba de não subir na taxa da inflação os pensionistas que recebem mais de 600 euros ! palmas...), cortar no apoio social e carregar nos impostos.
Depois venham dizer que as críticas são demagogia. O Marcelo Caetano queixava-se do mesmo nas Conversas em Família.
PS: Para tornar a coisa mais manhosa só faltaria a cigarrilha ser uma réles Café Creme e o champagne uma zurrapa tipo ASTI. Este burocratas novos-ricos gozam assim a vida com estatuto de saloios.
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