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quarta-feira, outubro 15, 2008

Os novos MacBook pro

quinta-feira, outubro 18, 2007

Canon, assistência má em câmara boa

James Nachtwey de Canon em acção no Soweto

Quando em 1990 fui à Canon em Lisboa e lhes propus para ficarem com as minhas Nikon e me venderem Canon Eos 1, como a marca o estava a fazer lá fora aos fotojornalistas, quem me recebeu ficou de boca aberta. Claro que me disseram não passados dias.

Entretanto fui a Nova York e comprei num armazém de judeus da Rua 42 a minha primeira EOS1. Mesmo à porta comecei a fotografar em autofocus e automático, e nunca mais parei de o fazer até hoje.
A Canon é o BMW das máquinas fotográficas. Tem fiabilidade, design, é rápida, inteligente, é a câmara mais amiga do fotógrafo. Não é por acaso que todos os grandes profissionais de todo o Mundo a preferem, tendo destronado a NIKON, uma marca mítica até à F3. Claro que não são as máquinas que pensam as fotografias, nesse sentido tudo serve para disparar.

Posso dizer que fui o primeiro fotojornalista em Portugal a usar Canon e muitos colegas passaram-se para o lado Canon por minha influência. O Gageiro já usava Canon desde os anos 70.
A Canon portuguesa, até há 5 anos atrás, era de uma eficácia e de uma simpatia inexcedível para os fotógrafos. O José Manuel teve aqui um papel muito importante, era um bom interlocutor, arranjava preços imbatíveis, emprestava material quando o nosso se danificava. Tínhamos a Canon como uma marca que tinha os profissionais em grande conta. Contávamos com ela.

Hoje tudo mudou. A assistência Canon tornou-se numa lástima. É cara, lenta, impessoal, burocrática. Está-se nas tintas para os profissionais e cobra preços aos amadores exorbitantes. Demora meses a reparar ninharias e já nem dá material de substituição.
Isto torna impraticável o trabalho dos profissionais, e frustrante os problemas dos amadores.
É um serviço pós-venda digno de uma dessas marcas da treta sem representante.
Imaginem que compram um BMW e não há pastilhas de travão para mudar.

Como a representação passou para mãos espanholas, e como o mercado português não é relevante, a assistência "lhega quando lhega".
Pode sempre mandar-se o material por DHL para Espanha e repará-lo lá. E vai ter de assim ser se os fotógrafos em Portugal ainda insistirem em usar Canon.
Não há saída: a Canon é uma câmara única e vamos ter de viver com esta vergonhosa representação.

Aliás a Canon não está só nesta miséria empresarial: a Apple não tem representação em Portugal ( os tugas adoram windows, que aliás é um sistema que lhes fica a matar!), só tem revendedor. A semana passada para encomendar online um livro digital tive de pôr no endereço Lisboa, Espanha, para o livro cá vir ter. E veio !

quarta-feira, fevereiro 07, 2007

Apple defende música sem software anti-pirataria

Steve Jobs, incitou as maiores editoras discográficas do mundo a venderem online as suas músicas sem o actual software de segurança, que previne a pirataria dos ficheiros.

Para Steve Jobs, a abolição do software de protecção anti-pirataria de música, conhecido como «digital rights management» (DRM), seria uma boa medida para os consumidores e até para as próprias editoras, argumentando que este é ineficaz no combate à pirataria.

A Apple tem vindo a sofrer pressões para compatibilizar as músicas vendidas na sua loja virtual iTunes com outros leitores de música, já que estão restringidas ao leitor que a própria empresa comercializa, o iPod.
Desde Junho de 2006, associações de consumidores de vários países da Europa têm recebido queixas sobre a Apple, relativas à incompatibilidade das músicas do iTunes com aparelhos de outras marcas.

Referindo-se a esta situação, Steve Jobs afirma que, a abolição do DRM permitiria a todos utilizadores de mp3 o acesso às músicas de qualquer loja virtual, incluindo a iTunes.
«É claramente a melhor alternativa para os consumidores, e a Apple iria envolver-se a 100% nesta iniciativa», declarou.

Os analistas referem que esta medida iria reforçar a posição da Apple como líder do mercado da música digital.
A loja virtual de música da Apple, iTunes, vendeu cerca de 2 mil milhões de músicas, desde que foi lançada em 2003, e conta com mais de 70% do mercado de música digital dos Estados Unidos.
Segundo Steve Jobs, caso a protecção DRM seja retirada, a Apple estará em condições de criar um sistema de download, que permita a compatibilidade das suas músicas com outros leitores, para além do iPod, inclusive o Zune, recentemente lançado pela Microsoft.
Neste sentido, apelou às quatro maiores editoras discográficas - Universal Music, EMI, Sony BMG Music e Warner Music - que iniciem a comercialização dos seus catálogos de música sem restrições DRM.
A EMI está já a avaliar a proposta, mas a Universal Music não quis adiantar qualquer comentário.
O Emusic, site de download de músicas livres de DRM, no formato mp3 compatível universalmente, reagiu positivamente à ideia de Steve Jobs, das editoras abolirem o software anti-pirataria.
«O DRM serve apenas para restringir as escolhas dos consumidores, impede a evolução do mercado da música digital e torna os consumidores cúmplices involuntários das ambições das empresas tecnológicas», afirmou David Packman, responsável da Emusic.
«Os consumidores preferem um mundo no qual o material que compram possa ser lido por qualquer aparelho, independentemente da empresa que o fabrica, e livre de restrições de utilização arbitrárias».
Diário Digital / Lusa