sexta-feira, agosto 14, 2009

Os meus retratos de Paula Teixeira da Cruz na Única

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10 comentários:

  1. «she looks so sad»

    Com o azar de ter perdido um filho à sua frente e de forma tão trágica, queria que estive como...

    Comentário estúpido.

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  2. Vê-se que nesta sessão fotográfica que a PTC se "despiu" das defesas que mostra ter nos frente-a-frente da Sic notícias. O rosto despido mostra aquilo que lhe vai na alma. Uma tristeza inqualificável.

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  3. é .... a dôr está no rosto, e estará para sempre.


    Mais uma mãe que se juntou, a muitas mães que conheceram a dor de perder um filho:


    - A Dôr Maior !



    Curvo-me perante este rosto !

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  4. Olá Pézinhos,
    Há muito que não a "via".

    JJ

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  5. Já agora, o comentário da 9.09 é meu. Porque me esqueci de me identificar com o habitual JJ, que, para quem por aqui anda, chega bem para me conhecer.
    Detesto o anonimato e daí acrescento a minha identificação ao comentário, embora tarde mas bem a horas.

    O Luís, com quem ando meio "zangado" porque causa da sua mania de não gostar de "contabilistas" e de me ter censurado um comentário em que fui bem bruto, como ele, ás vezes, também é, conseguiu nestas fotos mostrar a alma da senhora. É essa a grande qualidade do seu trabalho. E eu não percebo nada disto. Mas também não preciso de perceber, basta sentir.

    Mas eu não faria o comentário que acima considerei "estúpido".
    Apenas me limitava a partilhar a perda mas sem... comentários.

    Mas o comentário do Daniel Tecelao, esse, então, nem comentários merece.
    Porque existe uma diferente entre a estupidez e ser parvoíce.

    JJ

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  6. Por falar em estupidez e parvoíce, esta é de um jornalista, que também deve ser "contabilista", que escreve no Sapo online: «Gripe A (H1N1): Sector funerário já tem plano de contingência».

    Acrescento eu, que, ás vezes, também me armo em parvo, o que não é a mesma coisa que o ser, este plano de contigência só ser for para aumentar a produção de urnas, para facturar nos funerais, que custam uma fortuna, acrescento.

    Já agora, conto esta:
    Em tempos, para aí há trinta e poucos anos (estou a ficar velho, caralho) fui "contabilista, aliás, estudei gestão, mas não quis ser mais um "ladrão", e cheguei a fazer a contabilidade de duas funerárias.
    Já naquele tempo, uns sapatos para os bichos comerem custavam uma fortuna, isto para não falar no fato.
    E uma campa custa mais que uma garagem para pôr os carros, os quais, aliás, por preguiça, deixo na rua.
    Por isso, quando for desta para melhor, no mínimo, a campa, espero poupar.
    E ai de quem me puser terra em cima, que eu saio da cova e os corro à pedrada. Ou melhor, à pedrada não, que ainda sou condenado como o Fernando Ruas, e bem, digo eu, já agora.

    JJ

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  7. olá Querido Amigo (JJ)

    também já tinha saudades da frescura dos seus comentários...


    estimo em "vê-lo"

    pézinhos n' ... areia

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  8. Só é pena a impressão em papel que me pareceu com bastante falta de qualidade. Aqui é outra coisa.
    Gostei das fotos sobretudo por transmitirem a tristeza que lhe vai na alma. E isso nem todos conseguem.

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  9. Não percebo o que faz uma mãe que perdeu um filho vir para os jornais com fotos suas, expondo-se!

    Será a figura politica que quer comunicar algo ? Ou é a advogada ? Ou será a ex-mulher de um banqueiro que a partir de um enredo de banqueiros, ficou com uma enorme reforma ?

    Portugal ainda anda muito a reboque deste tipo de culto !!!

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