quarta-feira, julho 30, 2008

Mais um director do Nacional seduzido e abandonado

Os governos tratam o teatro como se fosse uma secção de limpezas. O cargo de director do Teatro Nacional tem sido desprezado por todos os governos à excepção do último de Cavaco Silva quando Agustina Bessa-Luís foi convidada para o cargo e o pôde exercer com toda a dignidade, embora o tenha feito mais de uma maneira institucional do que como dinamizadora de uma política teatral Nacional. Mas mesmo assim terá sido o cargo mais dignificado.
Já em 1980 Carlos Avilez tinha também feito um excelente trabalho na Companhia de Teatro Nacional com Amélia Rey Colaço, então no S. Luis, acabou com uma demissão miserável feita pelo então Secretário de Estado da Cultura Vasco Pulido Valente: Avillez soube pelos jornais que tinha sido demitido.
A demissão de Carlos Fragateiro há muito que estava prevista e falada. E mais uma vez o director do Nacional foi despedido como uma mulher a dias. Claro que já se adivinha quem vai para o seu cargo. O problema é que o teatro não é visto como uma coisa séria pelo Poder. É um entretimento banal, um jogo de salão, um prémio para os amiguinhos.

4 comentários:

  1. Não quero ser OFENFIVO!!!!MAS ISTO
    CHEIRA A PANELEIRÁGÉM!!!ESTOU FARTO....L.R.

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  2. peço desculpa por erros de ortografia.L.R.

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  3. Ouviram o "camarada" Almerindo Marques?E viram o Tadito, que está na C.P.?Levou porrada, e fugiu para o SUL,para a C.P.!!!!Olhem que já começou a APARECER NA T.V.!!!E já RIIIII!!!!NÃO FALTA VAI "BOTAR", DISCURSO....VAI UMA
    APOSTA...?GANDA P.S.

    ps:obrigada ao :L.R.

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  4. O novo Director não é o TAL Diogo Infante?
    Ah! POIS;POIS!

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