segunda-feira, junho 18, 2007

Costa pode apadrinhar casamentos Gay


João Soares ressuscitou as Noivas de Santo António, mas António Costa vai mais longe e pode mesmo vir a abrir o Salão Nobre a casamentos Gay. Era mesmo disto que Lisboa estava a precisar!!!


Sexta-feira à noite, durante um debate promovido pela ILGA Portugal, a número três da lista de Costa para a Câmara de Lisboa, Ana Sara Brito, disse que a candidatura socialista está aberta à realização de casamentos civis, incluindo de homossexuais, no Salão Nobre da autarquia da capital.

«O direitos dos homossexuais ao casamento é um direito que defendemos», declarou Ana Sara Brito nesse mesmo debate.

Confrontado com a posição da número três da sua lista, António Costa declarou que, se o PS vencer as eleições, haverá «disponibilidade para dar assistência ou ceder espaços para qualquer tipo de casamento que exista»./ Diário Digital

1 comentário:

  1. O Luíz anda atrasado nas notícias:

    Casamentos nos Palácios de São Bento ou de Belém

    Li agora que «Ana Sara Brito, a terceira da lista do PS às eleições em Lisboa, liderada por António Costa, disse hoje que a candidatura está aberta à realização de casamentos civis, incluindo de homossexuais, no Salão Nobre da Câmara.

    "O direito dos homossexuais ao casamento é um direito que nós defendemos", declarou a socialista, num debate promovido pela ILGA Portugal, nas instalações da associação.»

    Apesar de eu já estar no escalão etário dos chamados “cotas”, sempre tive e continuo a ter ideias muito liberais sobre a liberdade de cada um ou de cada uma ter as tendências sexuais que bem entender. Sendo caso para dizer, com a ligeireza que escrever num blog nos permite e desde que não sejamos ou não queiramos deliberadamente ser vulgares, e muito menos acintosos, que cada um leva onde quer ou onde mais deseje.

    Mas casamentos de homossexuais, ou de qualquer outra tendência sexual, num salão nobre de uma qualquer câmara municipal leva-me a pensar que este pessoal tem que ter mais tino com tais ideias.

    Ou, então, que se democratize estas práticas por outros salões e espaços públicos, a começar, talvez, pelos Palácios de São Bento ou de Belém.

    Sempre dava para arrumar mais convidados e desfrutar dos magníficos jardins. Não esquecendo de fazer uma cortesia aos deputados, o que a não se verificar seria um esquecimento muito pouco elegante.

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