quinta-feira, junho 28, 2007

Colecção Berardo dá polémica no Fatal

Destaco alguns comentários de leitores sobre a Colecção Berardo

Quem quiser entre na dança do debate.
js disse...

É lá...! Atenção, que ser do Benfica não é uma lacuna, mas uma virtude!

Agora, quanto ao Mega "Bandeiras" é óbvio que está lá a mais.
Porque o "coração" de Berardo ocupa o espaço todo.
E o Mega, segundo Berardo, nem para hastear a bandeira serve.
Ou, então, foi esquecimento.
Mas, de facto, é uma falha imperdoável, porque o mastro só serve mesmo para que lhe seja hasteada a bandeira ou um estandarte qualquer.
Talvez fazer lá um ninho para a águia, como aqueles das cegonhas nos postes de electricidade.

É claro que a coisa não é assim tão simples, sendo melhor levar isto um pouco no gozo.
Mas, na conjuntura actual e nos próximos anos, é tudo Berardo.
Sendo assim, Mega só tem um caminho a seguir.
Mas, se fosse eu, até que era capaz de lá ficar a melgar o Berardo mais uns tempos.

Porque se um tem arte, o outro também sabe ser artista. E duvido que o artista precise de ir ao médico.
Ao contrário, o que tem arte, talvez precise de ir a umas lições de Madame Bobone.

PS:
(1) O Correia de Campos nem precisou de que alguém se esquecesse de hastear um mastro, perdão, a bandeira, bastando um cartaz que exonerar uma directora.
Está lindo isto está! E ainda diziam mal dos coronéis. Estes nem de galões precisam.
(2) Estou feliz, vamos pagar menos pela luz, que até vai dar para comprar uma... vela.

12:18 AM

Excluir
js disse...

Ó Luiz, então?!, Você anda distraído ou quê?:

O fiscalista Saldanha Sanches chumbou, ontem, nas provas públicas para professor agregado da Faculdade de Direito de Lisboa – o último grau da carreira académica. Só os professores agregados podem ascender à cátedra, que é atribuída por vaga. Os nove professores do júri deram-lhe seis bolas pretas e três brancas.
...
Estou a rir-me outra vez... Que o meu cão lá voltou a acordar.
Bolas, o bicho não merece que o acorde com os meus ataques de riso.

12:36 AM

Excluir
Anónimo disse...

pá tou bué sastifeito pelo crâneo ( serradura) do Saldanha ter sido esmagado pelas bolas pretas do bowling doutoral da Faculdade ( fascista ) de Lisboa. Agora só falta mesmo é esmagar os crãneos ( lixo) dos que o chumbaram.Porque é que o D.Diniz quando fundou a 1ª Universidade em Portugal não impediu logo a entrada do Soares Martinez e seus sequazes ( Baltazar AntonioMarcelo Rebelo caettano de Sousa Saraiva Hermano Cardona GalvãoTelles e etc )

11:40 AM

Excluir
Anónimo disse...

Por acaso o Luiz deve ter ouvido algum zumzum da boca do Ricardo Costa sobre a próxima contratação do Costa ! Não é que o mega vai mesmo para a CML se o Costa ganhar !!! Vai pois ora perguntem lá ao mano chamussa2

11:42 AM

Excluir
Anónimo disse...

Bom gosto o franciú? pois é BCBG mas pespegar aqueles quadrecos do Pablito e do Mirónes logo ali carambas?

11:48 AM

Excluir
Anónimo disse...

"A situação do Mega está tão preta como a roupa do comendador" diz o LC, e ó malta da tertúlia fatal ele pode ter muitos defeitos, mas por vezes tem rasgos de iluminado.



Verdadeiro ou falso mecenato à parte, facto é que está lá.E AINDA BEM.PSNem só de pão vive o homem.
5:21 PM
js disse...
Que mecenato...!?Meu caro, não me faça rir... Que até acordei o cão, que estava aqui a ressonar e parece que ficou indignado. Também só dorme este gajo!
7:00 PM
xiolas disse...
Caro js,O gajo não tem disposição para lhe responder e o cão do gajo, tem agenda ocupada.Haja elevação!
7:26 PM
Anónimo disse...
Aquela colecção é uma treta, vale tanto como a licenciatura do Sócrates, foi comprada por fax.
8:04 PM
js disse...
“Haja elevação!”Meu caro “Xiolas”, Então, eu vou responder com (alguma) elevação.Considero que pessoas “tipo Joe Berardo” têm o seu valor, porque souberam construir fortunas, sem precisar de perder tempo com licenciaturas “independentes”.Sem dúvida que, para conseguir chegar onde chegou sob o ponto de vista financeiro, tem de ser uma pessoa inteligente e que se soube apoiar nas pessoas certas para decidir sobre os seus negócios.Agora, não tenho dúvidas de que muitos destes homens também, ou sobretudo, cresceram financeiramente na especulação bolsista, o que não deixa, também, de ser um mérito.Mas, sinceramente, já não acredito, por muito que me esforce, no “coração” de pessoas que dizem publicamente que “eu gosto muuuiiito de dinheiro”, conforme li na Sábado ou na Única do Expresso, não sei bem, sendo certo que foi numa delas.Fazendo lembrar muitos que vão à missa e fazem festas de beneficência, mas que pagam salários mínimos, muito inferiores aos leasings que pagam pela altas máquinas em que se pavoneiam.E todo este mediatismo de Joe Berardo me faz lembrar pessoas que conheço, e ainda são algumas, que não tendo graus académicos nem de nobreza, nem tendo poderes nem influências para serem feitos comendadores, se tornam presidentes de clubes de futebol, não interessando se da 1ª Liga ou das distritais, para que lhes passassem a chamar de “senhor presidente”.Eu tenho um título académico superior. Sou licenciado, daquelas licenciaturas do tempo em que se estudava e ia ás aulas. Mas, não obstante ser licenciado, não sou burro.E todo o aproveitamento político à volta da colecção Berardo faz bem ao ego do próprio e dá jeito ao cinismo dos políticos. Destes, e dos que hão-de vir.Concluindo, tudo isto é muito piroso e daí algum do meu discurso em registo de “carroceiro” e que o meu caro confunde de falta de “elevação”.Para terminar, não lhe assiste a si nem a ninguém, a não ser, eventualmente, aos visados, o direito de julgar os outros por falta de elevação. Porque, da minha parte, nunca fiz questão de querer ofender Joe Berardo, nem acho, tão pouco, que ele esteja preocupado com isso.
10:01 PM
Anónimo disse...
Convém não vos esquecerdes intelectualóides pseudo democratas que o pé de meia que originou a fortuna do Berardo foi amealhado no tempo do apartheid portanto sobre o sangue suor e lágrimas do povo preto da África do Sul, onde nós portugueses no dia em que o Mandela morrer somos comidos mesmo em cru, já que a nossa fama de negreiros é a que se sabe. E o Berardo bazou logo depois do apartheid acabar.
11:17 AM
Anónimo disse...
Convém lembrar ao Sócrates que a colecção Berardo vale 316 milhões de euros e por exemplo a Thyssen 3 mil milhões, e que que ele até pode ter acertado quando disse que o Roteiro da Arte Moderna agora começa em Lisboa. Para estudantes claro.....
12:14 PM
Anónimo disse...
De qualquer forma não tinhamos em Lisboa uma Colecção miníma de Arte Moderna e Contemporânea. Talvez misturar uns portugueses cuja cotação no mercado internacional é diminuta seja uma pirueta para alimentar o ego nacional ( quanto vale o Cabrita Reis, que é um subproduto Judd e outros high minimalistas americanos? vale pouco) mas pronto ao fim e ao cabo nem é coisa assim tão cara para o país...e para o Berardo é um grande negócio, porque ao contrário do que ele e os amigos afirmam a colecção não se vai valorizar exponencialmente, excepto para algumas obras ( sempre Picasso, Miró, Bacon )e fora daqui era dificil ele colocá-la numa capital, e só teve ofertas de cidades secundárias em França.
12:20 PM
js disse...
Registei o comentário do anónimo que diz que "... a fortuna do Berardo foi amealhada no tempo do apartheid portanto sobre o sangue suor e lágrimas do povo preto da África do Sul..."E eu não fui tão longe com os "negreiros"...E o comentador "xiolas" de tão "elevado" que se julga, agora nem ele, nem o cão... "xiam".Compreendo que tenha mais que fazer e que o cão continue com a "agenda ocupada". E eu, pelos últimos episódios, como o amuo com o Mega Ferreira, por causa da bandeira da Fundação que não foi hasteada, acho mesmo que fui pouco carroceiro.Tudo isto é mesmo muito piroso, não merecendo perder mais tempo com comentários.Mas estou convencido que isto vai dar mais carroçadas. E já não é só um problema da língua esquisita que fala... talvez seja mesmo da língua.
2:14 PM

1 comentário:

  1. e da discussão nasce a luz...finalmente o Mega Ferreira foi apalpado com força e isso era preciso.Ter aceite o "tacho" sem o Festival de Música Barroca, não lhe perdoo

    ResponderEliminar