terça-feira, maio 29, 2007

Viva o corretor, abaixo a ortografia


Parece que se pode passar a dar erros ortográficos.
A asneira não vai contar para as provas de português.
Fico mais descansado com as minhas gralhas e com as falhas da treta do corrector do blogue. Também não percebo porque tive de sofrer no liceu com o português e com os erros ortográficos, para já não me lembrar das reguadas na primária por causa dos erros no ditado ( sim, ainda apanhei o tempo das reguadas!).

Confesso que me parece tudo isto uma grande balda: licenciaturas por fax, cursos superiores onde se pode entrar com a quarta classe, dirigentes do Estado que o podem sem licenciatura, médias negativas para entrar na faculdade, passagens com número indeterminado e injustificado de faltas. O rol da permissividade escolar não tem fim.

Estamos a criar um monstro, melhor uma sociedade de energúmenos.
Portanto: o saber não conta, tudo se resume a uns artolas espertalhaços que debitam umas coisas e fazem o que lhes mandam.

Jovens, espertos, baratos, ignorantes, dóceis e muito burros. O perfil dos agentes do contingente geral.

2 comentários:

  1. é preciso não confundir as coisas. quando se está a avaliar a clareza das ideias na apreciação de um texto literário, não se pode esperar que os jovens estejam preocupados ao mesmo tempo em escrever sem calinadas. seria desumano e altamente anti-pedagógico.
    convém não esquecer que os senhores do 'eduquês' escrevem direito por linhas tortas... (ou será ao contrário?)

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  2. Brrrrrrrrr... Como...!!!!?
    Ter clareza nas ideias é também saber escrever sem erros, meu caro onitsuaf.
    E as calinadas de ortografia dos "jovens" não se podem justificar com os senhores do "eduquês".
    Ai, que a minha professora da 4ª classe faz tanta falta...!

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