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quarta-feira, fevereiro 06, 2008

Saltos altos fazem bem à vida sexual

foto de Helmut Newton
Um estudo feito por uma cientista italiana revela que usar sapatos com salto até sete centímetros pode ajudar a relaxar e a fortalecer os músculos da zona pélvica, relacionados com o orgasmo, escreve a BBC Brasil.
Maria Cerruto, urologista da Universidade de Verona, examinou durante dois anos 66 mulheres com menos de 50 anos, e que ainda não estavam na menopausa, para perceber a relação entre as diferentes partes do corpo e a zona da pélvis.
Os testes foram feitos com mulheres em pé e paradas. A investigadora percebeu, ao colocar as mulheres num plano inclinado oscilante, que simulava o uso do sapato de salto alto e variava o grau de inclinação, que surgiam diferentes tipos de reflexo na zona pélvica./ Portugal Diário

sexta-feira, janeiro 11, 2008

Vidas com Sexo Virtual

Sexo Virtual amanhã de manhã pela manhã no suplemento Vidas do CM.
Ana Anes incendeia, reincide com crónicas que escandalizam, divertem e sobretudo revelam sinceridade à flor da pele. A nunca perder. Ana: vai-te a eles!

domingo, fevereiro 18, 2007

Sexo, Padres e Códigos Secretos

«Sexo, Padres e Códigos Secretos - 2000 anos de abuso sexual na Igreja Católica» é um ensaio que relata a forma como a igreja tratou o tema durante a toda sua história e já está à venda nas livrarias portuguesas.
Foi publicado nos Estados Unidos em 2006 e levou mesmo à fuga de alguns padres para o Vaticano.
Inspirou ainda a realização de um documentário chamado «Deliver Us From Evil», que está na lista dos nomeados aos Óscares deste ano.

Anos de silêncio. Séculos de abusos sexuais escondidos. Um livro, um documentário e milhares de vidas destroçadas. Três vozes da igreja quebraram o muro e revelam a dor de quem foi abusado sexualmente por padres. Thomas P. Doyle, A.W. R. Sipe e Patrick J. Wall são os autores deste ensaio polémico e revelador de uma realidade impensável para muitos católicos e não só.

«Tiveram muitos problemas dentro da igreja quando começaram a preparar o livro», conta ao PortugalDiário Júlio Cequeira, da Via Occidentalis, a editora responsável pela publicação do livro em Portugal.

«Dois dos autores abandonaram a igreja e apenas um mantém a ligação. O livro foi e ainda é um escândalo, porque representa o encobrimento dado pela igreja aos religiosos suspeitos de pedofilia. Estou a lembrar-me de um padre que fugiu para o Vaticano e que tem processos pendentes em tribunal. O Vaticano não o quer entregar e assim não será levado à justiça», explica Júlio.

Após o sucesso de vendas que teve lá fora a Via Occidentalis Editor acredita que o mesmo vai acontecer por cá. «O livro é dividido em duas partes. Uma mais técnica e outra de relatos. Acho que se completam e stornam o livro mais interessante para os leitores», conclui Júlio Cerqueira.

Thomas P. Doyle, padre dominicano, doutorado em direito canónico é, actualmente, consultor jurídico nos processos de abuso sexual, que envolvem a Igreja e que decorrem em tribunais de todo o mundo. Foi em 1984, enquanto trabalhava na embaixada do Vaticano, que tomou conhecimento desta realidade escondida.

Entrevistou mais de duas mil vítimas de abuso sexual apenas nos Estados Unidos e luta tanto pelos seus direitos, como pelos direitos dos abusadores perante a justiça.

A.W. R. Sipe foi monge beneditino e tornou-se psicoterapeuta. Serviu a igreja como monge durante 18 anos. Especializou-se em doenças mentais, tendo também desenvolvido estudos na área do celibato. Casado há 34 anos, tem um filho. Faz seminários em escolas e é consultor em processos de abuso sexual.

Patrick J. Wall foi padre beneditino entre 1988 e1998. Desde 2002, tal como os seus co-autores, é chamado a tribunal como especialista em abusos sexuais praticados dentro da igreja. É também formado em Direito canónico. Em 1998 o pediu a suspensão dos votos religiosos e das obrigações sacerdotais. Casou em 2001 e tem uma filha.


O documentário «Deliver Us From Evil» foi inspirado no livro de Thomas P. Doyle, A.W. R. Sipe e Patrick J. Wall e está nomeado para os Óscares deste ano nessa categoria. O realizador Amy Berg conseguiu encontrar o padre Oliver O`Grady, referido no ensaio, acusado da prática de centenas de crimes de abuso sexual.

Oliver O`Grady terá começado os seus abusos em 1973, sempre com o conhecimento dos seus superiores que, durante décadas, o mudavam de paróquia sempre que surgiam problemas. O clérigo aceitou contar a sua história no documentário e sem arrependimento aparente assume os actos/Diário Digital

Clique aqui e veja a apresentação do documentário.