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domingo, novembro 12, 2006

Amor de Elsa Raposo isento de imposto( para já!)


Tirando as novas aventuras amorosas de Elsa Raposo, uma ou outra novidade telenovelesca à volta da Floribela, Portugal está uma pasmaçeira.
O que vai dando que escrever é o aumento diário dos impostos ou a criação de um novo imposto mesmo que disfarçado em taxa, portagem ou outra variável governativa.

Sócrates conseguiu dar o tom a Portugal dos seusf atos e gravatas: o cinzentismo mascarado de minimalismo Boss, mas sem o ambíguo chique da sua roupa: nunca sabemos se aquilo puxa para o sóbrio e caro, se para o triste de falta de arrojo e criatividade ou se é um sinal cúmplice de uma qualquer seita alegre internacional rosa.

Portugal é notícia pelas piores razões: depressão, déficit,desespero.
Já aceitámos que somos e seremos os últimos das carrugens europeias e já nos dobrámos ao peso dos impostos, à ditadura do Estado comilão, gastador, contra o investimento privado e a poupança familiar.
Uma reportagem no caderno de economia do Expresso desta semana é bem esclarecedora deste garrote: uma simples funcionária deixa quase 40 por cento por dia do que ganha para impostos.
O que não invalida o socialista Sócrates de bombar forte e feio nos rendimentos daqueles que apenas têm um problema: trabalham não para si e para a família mas para um grupo de sujeitos que vive à custa do trabalho dos outros.

Bem faz a Elsa Raposo: muda de montada e vai para Veneza curtir aquilo que ainda não paga imposto: o amor desmedido sem freio no corpo.