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terça-feira, dezembro 19, 2006

Cavaco pode ter arma sem saber disparar

Os requisitos para a obtenção de licença de uso e porte de arma, que entraram hoje em vigor, não são para todos. A nova lei mantém a facilidade de alguns no acesso às armas. É o caso do Presidente da República, dos membros do Governo, deputados, magistrados e governadores civis. Até o Provedor de Justiça pode andar armado sem saber disparar.

A nova lei das armas obriga a aprovação num curso de formação àqueles que quiserem ter uma arma ou a todos os portadores que queiram renovar a licença. No entanto, os detentores da licença especial não precisam de aprender a disparar, ou fazer prova de que sabem, basta fazerem o registo.

As armas que os altos cargos do Estado podem utilizar são as mesmas que as Forças de Segurança. Ou seja, a de 7.65 mm e a de 9 mm. O cidadão comum só pode adquirir armas até ao calibre 6.35 mm./ Portugal Diário


BBC entrevista suspeito de matar 5 prostitutas

A BBC justificou hoje a decisão de difundir uma entrevista ao primeiro suspeito do assassínio de cinco prostitutas em Ipswich (Leste de Inglaterra), considerando que a mesma não prejudica os seus direitos.

O director adjunto da BBC News, Adrian Van Klaveren, explicou ter tido de avaliar se a difusão da entrevista, que identifica claramente o suspeito, poderia prejudicar os direitos do suspeito no caso de uma eventual acção judicial e ter decidido que «não era o caso».

A entrevista ao homem de 37 anos foi feita no passado dia 12, mas não tinha sido difundida inicialmente, pois Tom Stephens, identificado hoje em todos os media britânicos, aparentemente não o desejaria.

O homem, que se apresentou como um amigo das prostitutas, foi interrogado para recolher elementos de «contexto», segundo a BBC.

No entanto, após a sua detenção a empresa audiovisual britânica difundiu a entrevista nos seus programas de informação e deu também uma cópia à polícia.

Esta decisão foi criticada por vários advogados especialistas dos media, considerando que ela poderia prejudicar o direito do suspeito a beneficiar de um processo imparcial, se eventualmente fosse acusado.

Van Klaveren considerou, por seu turno, que é do «interesse público» conhecer as declarações do suspeito. «Tivemos de pensar nas questões éticas. A conversa realizou-se numa base diferente» e «considerámos que estas circunstâncias extraordinárias e muito raras o justificavam», explicou.

Tom Stephens deu duas entrevistas antes de ser detido segunda-feira, à BBC e ao Sunday Mirror. Apresentou-se como um «amigo» e protector das cinco prostitutas mortas. Admitiu «não ter álibis», mas declarou-se inocente. à BBC declarou: «Cinco corpos, receio que haja mais».

A detenção do primeiro suspeito foi hoje prolongada 36 horas, anunciou a polícia.

A polícia tinha até às 19:30 de hoje para pedir ou não o prolongamento da detenção, que tem de ser ordenada por magistrados. O suspeito, que até meio do dia de hoje não tinha sido acusado, pode assim continuar a ser interrogado até quinta-feira de manhã.

Os corpos de Tania Nicol, 19 anos, Gemma Adams, 25, Anneli Alderton, 24, Paula Clennell, 24, e Annette Nichols, 29, foram encontrados entre 02 e 12 de Dezembro, perto de Ipswich, uma cidade de 140.000 habitantes situada a 140 quilómetros a Leste de Londres.

A polícia britânica anunciou hoje a detenção de um segundo suspeito, um homem de 48 anos, no âmbito do inquérito ao assassínio de cinco prostitutas em Ipswich.



Entretanto um segundo suspeito foi preso

Portugal feliz e contente

Os portugueses fervem em pouca àgua. Gostam de se iludir com faits-divers. Uma realidade que todos aceitam como destino: o nosso PIB diminui, o nosso atraso é irrecuperável a curto e médio prazo, a europa está cada vez mais longe.

Ninguém tem culpa.

Cavaco que foi 10 anos primeiro- ministro não tem culpa. Guterres ficou com muita má fama. Os que lhe seguiram estão imunes. Não há responsáveis. Somos o país europeu com os políticos mais incompetentes. Ninguém sai mal deste retrato.

Agora andamos entusiamados com as operações Furacão e Apito Dourado. Finalmente justiça!

A Operação Furacão está a põr em cheque empresas e bancos que podem estar inocentes e estar a criar condições para o enfraquecimento ainda maior do tecido empresarial.
O Apito Dourado pode ser muito moralizador, por causa de uns golos ou de uns penalties a mais ou a menos, um fruta a mais ou a menos. O país não vive dessas palhaçadas.

Aquilo que devia ser positivo: mais investimento, mais empenho, mais profissionalismo, mais trabalho, está em baixo. Portugal deve ser o único país europeu onde estas chalaças ganham popularidade, daí o nosso atraso crónico.

Sócrates dá borla aos funcionários públicos


Crise ? Qual crise ! Sócrates até dá borlas aos funcionários ! Ou será para poupar nos telefones e no papel higiénico ?

Governo concedeu tolerância de ponto aos funcionários públicos no próximo dia 26, em virtude do período natalício, refere um despacho do primeiro-ministro.

"Considerando que é tradicional a deslocação de muitas pessoas para fora dos seus locais de residência no período natalício, tendo em vista a realização de reuniões familiares", mas também "a prática que tem sido seguida ao longo dos anos", determina-se a tolerância de ponto "aos funcionários e agentes do Estado, dos institutos públicos e dos serviços desconcentrados da administração central", refere o documento, citado pela Lusa

No entanto, são exceptuados da tolerância de ponto "os serviços e organismos que, por razões de interesse público, devam manter-se em funcionamento naquele período em termos a definir pelo membro do Governo competente".Para os casos de trabalhadores que tiverem de comparecer no próximo dia 26, o despacho do primeiro-ministro adianta ainda que, "sem prejuízo da continuidade e qualidade do serviço a prestar, os dirigentes máximos dos serviços e organismos" (...) "promoverão equivalente dispensa do dever de assiduidade aos respectivos funcionários e agentes em dia ou dias a fixar oportunamente".

Amante profissional cita Fatal

Ser citado pelo «Amante profissional» é sempre um gosto.

Paula Lee é uma bloguista de grande qualidade e a forma como ela está na vida e na profissão exemplares. Paula escreve com convicção e trabalha com paixão. Qualidades cada vez mais raras nos dias que correm.

A morte dos jornais

Recupero aqui o excelente artigo de Nicholas von Hoffman sobre a morte dos jornais

Hope for haters of "the media" of whatever stripe or flavor! Judging from recent events, they may not have much media to kick around any more. Things are definitely on the droop in news-media land.
One reason morale is down is reportorial work is getting exceedingly dangerous. In recent weeks Anna Politkovskaya, an investigative journalist, was murdered in Moscow; so far this year in Iraq twenty-six journalists have been killed; and just the other day, according to the Associated Press, "Misael Tamayo Hernandez, editor of El Despertar de la Costa, was found nearly naked, with his hands tied behind his back, in a room of the Venus Motel on a highway, Zihuatanejo police officials said." Incidents like that can put a chill on recruiting at the J-school job fair.
While foreign journalists are losing their lives, journalists in America are losing their jobs. The Christian Science Monitor reports that "daily newspapers in New York, Boston, Houston, St. Louis, Philadelphia, San Francisco, and elsewhere are laying off or buying out hundreds of newsroom employees, as well as other workers." And talk about covering your own funeral: The Monitor added that "last summer, The Christian Science Monitor cut newsroom jobs, too." Those cities do not begin to exhaust the list of places where reporters and editors are being let go.


While reporters are not yet as scarce as hen's teeth, there are far fewer of them than there used to be. Here is an instance brought to us by the Project for Excellence in Journalism, one of those high-toned outfits that studies the state of things and issues reports: "There are roughly half as many reporters covering metropolitan Philadelphia, for instance, as in 1980. The number of newspaper reporters there has fallen from 500 to 220. The pattern at the suburban papers around the city has been similar, though not as extreme. The local TV stations, with the exception of Fox, have cut back on traditional news coverage. The five AM radio stations that used to cover news have been reduced to two. As recently as 1990, the Philadelphia Inquirer had 46 reporters covering the city. Today it has 24."
The cause of mass reporter firings are varied, but the biggest is long-term loss of circulation, sometimes slowly and sometimes shockingly quick. "Average daily circulation dropped by 2.8 percent during the six-month period ended Sept. 30, compared with the period last year, according to an industry analysis of data released by the Audit Bureau of Circulations. Circulation for Sunday papers fell by 3.4 percent," wrote the New York Times. If the readers continue to disappear at this rate into the Internet or die off or opt out of word communication for pictures and music, the advertisers are going to do the same.
As readers evaporate, so do advertisers and, although American newspapers continue to be more profitable than most businesses, there is panic over what the future holds in store. Investors, fixated on what they think is going to happen, have pushed down the price of newspaper stocks. The fall in the price is driving the remaining newspaper stockholders nuts.
American corporate managers are schooled to do one thing and one thing only under stress--lay people off. Here and there around the country editors have been resisting. They have been tussling with their own managements, insisting that there comes a point when laying off staff hurts the quality of the product.
One such drama has been playing out at the Los Angeles Times, where over the past couple of years two top editors have been shown the door for refusal to lop heads. The Times is owned by the Tribune, a Chicago-based corporation that owns dozens of newspapers, TV stations, Internet sites and even a Major League Baseball team. It makes money, pots of it, but not enough to keep the price of its stock where its owners would like it to be.
Since the major shareholders are interested in money, not product quality, they are willing to sell the company or, if they can make more money another way, to split it up and sell it off piece by piece. That is what was done earlier this year with the Knight-Ridder newspaper chain. K-R, a quality outfit with a special ethos, is now in pieces under various owners with various ideas of what a good newspaper is supposed to be.
If the Tribune corporation is broken up, God knows who will end up owning its papers. Rumor has it that billionaire entertainment wheeler-dealer David Geffen and real estate developer Eli Broad may team up to buy the LA Times.
So who needs newspapers anyhow? We have the Internet. Other than the websites supported by newspapers, the Internet is devoid of reporters. The Internet operations do not pay people to go out and gather accurate information. Thus we are bumping up against a contradictory situation. Thanks to the Internet, the iPod and so forth, we have more media outlets than ever before--but fewer reporters.
When the last reporter is laid off, we can subsist on rumor, speculation and gossip. These three are usually more interesting than the facts, but do you want to bet your life and livelihood on them?
Well, there is always what they call citizen journalism. That means, if you see something, take a picture of it with your cellphone and call in. It's not exactly New York Times reliability, but it's open-source, and they tell us that is terrific stuff. You know about Wikipedia. So why not wiki-wacky news?

Euroridículo

Sérgio de Andrade, Jornalista

Tenho por certo que o presidente da Assembleia da República, como bom socialista, é adepto fervoroso da adesão de Portugal à União Europeia.

Por conseguinte, tenho por certo que respeita todas as suas instituições, nomeadamente os membros do Parlamento Europeu. Assim, o que se passou recentemente, e que a meu ver não teve nos media o devido relevo, não passará senão de um mal- -entendido.

Não foi por o dr. Jaime Gama querer desconsiderar os eurodeputados em geral, e aqueles que investigam certos voos da CIA em particular. E muito menos por a comissão europeia que visitou Portugal ser presidida por um social-democrata.

Impensável por parte do dr. Jaime Gama, genuíno democrata que é!Mas a verdade é que a Comissão Europeia de Inquérito aos voos da CIA que veio a Lisboa apurar do nosso envolvimento, ou não, em actividades que o Parlamento Europeu, pelos vistos, considera condenáveis deve ter levado de nós, portugueses, e do deputado n.º 1 nacional, isto é, o presidente da AR, uma ideia bastante triste.

Com efeito, ao chegar à AR, a sala do Senado, onde a comissão deveria reunir-se com os deputados portugueses, estava fechada. Seguiu-se uma cena digna de uma ópera cómica, com os líderes partidários a procurar descalçar a bota.

O BE emprestava uma sala, o PC precisava do aval de Bernardino Soares, o PS ficava à espera dos eurodeputados na sua sala, o PSD recebia-os numa sala sua, depois levava-os à sala do PS - enfim, uma coisa de um ridículo atroz.Consta que a "peixeirada" só foi possível porque o dr. Jaime Gama não havia sido previamente avisado - e amuou.

Mas a explicação é capaz de não ser assim tão simples. A verdade é que a comissão tem encontrado, em muitos países da chamada União Europeia, forte resistência à sua actividade. Esses países parece seguirem o princípio de que "o que é bom para os Estados Unidos é bom para nós, europeus".

Portanto, há que travar os ímpetos dos incómodos eurodeputados que querem saber mais do que é conveniente. Mas a mim o que me choca mais é que, para mostrar o seu desagrado quanto aos objectivos da comissão, Portugal se tenha servido daquele expediente de fechar a porta do Senado.

O que esperar, porém, de um país que já bateu o recorde do ridículo ao mandar uma corveta apontar os canhões ao "barco do aborto" vindo do seu parceiro Países Baixos?!

A deprimente televisão portuguesa

Ficar em casa, só mesmo obrigado.

E com a gripalhada tive mesmo de faltar à entrega do prémio EPSON em Madrid para o qual tinha sido convidado pela simpática Filipa Coelho, relações públicas da EPSON Portugal.

Ainda por cima deixar de ir a Madrid por causa de uma estúpida gripe...

Ficar em casa acaba por me chamar a atenção para a televisão. Mesmo de relance não posso deixar de notar que os telejornais são todos iguais, só mudam no alinhamento. De resto, o estilo, o conteúdo, a duração, é mais do mesmo. As televisões anulam-se umas às outras, imitando-se, sem um rasgo de criatividade, nem arrojo. Estão a gerir as miseráveis audiências e não arriscam mudar.

Esta atitude acabará por levar ao suicídio. Tudo irá mudar com a televisão digital terrestre e esta forma de programar em televisão será atirada para as calendas.

Os temas dos telejornais são deprimentes. Por exemplo, a SIC põe um tom de desgraça em tudo. Para falar do Natal vai buscar pobres na rua, desgraçados sem tecto. É um choradinho pegado. Aquela tagarelice da crise, tipo: " a crise aí está e os comerciantes não vendem.." é um tique permanente.

Estar doente é uma seca mas assim se vê como aqueles que têm de ficar em casa sofrem e vêem a dor aumentada com esta televisão triste e deprimente com laivos de alegria sórdida como são os felinianos programas da manhã.
Amén.

segunda-feira, dezembro 18, 2006

Maldita gripe

A gripe atacou e fiquei retido em casa, a dormir. Vamos ver se a crise passa e o Natal acontece.

Vídeo polémico de talibans

Talibans difundem vídeo de ataque às forças internacionais e mostram como fabricam uma bomba artesanal

Polícia insiste em direito à greve

A Associação Sindical dos Profissionais de Polícia (ASPP/PSP) vai entregar amanhã, na Assembleia da República, uma petição pública para exigir o direito à greve, que recolheu cinco mil assinaturas.

"Podíamos ter recolhido mais assinaturas, mas terminámos essa recolha quando já tínhamos mais do que o número suficiente para que a petição seja aceite", disse o presidente da ASPP, Paulo Rodrigues.

A lei não consagra o direito à greve aos profissionais da PSP e da GNR e o actual Governo já disse que não pretende tomar qualquer iniciativa para alterar a lei.

"O que leva a ASPP a exigir o direito à greve é o facto de, quando foi aprovada a Lei 14/2002, de 19 de Fevereiro [Lei Sindical da PSP], o Governo de então, por coincidência também socialista, ter-se comprometido a cumprir a lei na sua plenitude, no que diz respeito, também, à negociação séria, como forma de serem encontradas soluções que respondam aos problemas dos polícias", refere a organização sindical em comunicado.

No entanto, segundo a estrutura, o Ministério da Administração Interna "tem imposto, constantemente, a sua vontade, desvalorizando as propostas sérias e devidamente fundamentadas apresentadas pela ASPP", dando como exemplo um "caderno reivindicativo" entregue no mês passado na tutela, que foi desvalorizado, "já que nenhum responsável do ministério mostrou disponibilidade para receber da ASPP o respectivo documento".

Associação diz que a tutela não querer melhorar a PSP

Para a ASPP, o ministério "denota uma clara falta de vontade para melhorar a PSP e a qualidade de vida de todos os profissionais que, diariamente, envergam o emblema da instituição com brio, apesar das fracas condições de que dispõem".

Entre outras exigências, a ASPP reclama que o ministério aumente o efectivo da PSP — actualmente com perto de 22 mil profissionais — em mais quatro mil elementos.

O documento propõe ainda uma actualização de vencimentos de cinco por cento para 2007 para os polícias e a abertura de concursos, com o objectivo de "promover todos os profissionais com promoções em atraso desde Março de 2004".

A ASPP exige, igualmente, a "discussão e aprovação urgente" do novo Estatuto de Pessoal da PSP, que deve garantir, nomeadamente, a "atribuição do subsídio de risco".

Além de reivindicar a regulamentação e implementação de um horário de trabalho de 35 horas semanais para todos os profissionais da PSP, a associação exige o pagamento das horas extraordinárias.

Quanto a instalações, a ASPP reclama "locais dignos em matéria de higiene e salubridade" e preparados para a função policial, bem como "uniformes funcionais", "armamento moderno", a renovação do parque automóvel e melhores comunicações.

A ASPP diz representar perto de dez mil dos aproximadamente 22 mil profissionais da PSP, sendo a estrutura sindical mais representativa na corporação.

PIB português um terço abaixo da Europa

O Produto Interno Bruto (PIB) português medido em unidades de poder de compra (UPC) continuou a afastar-se em 2005 da média europeia, situando-se quase um terço abaixo do dos 25, segundo dados do Eurostat publicados hoje.

O organismo responsável pelas estatísticas comunitárias indica que o PIB português por habitante passou de 73 por cento da média da UE em 2003 para 72 em 2004 e 71 no ano passado.

Portugal tem o valor mais baixo da UE a 15 e é ultrapassado por três Estados-membros que aderiram em 2004: República Checa (74 por cento), Chipre (89) e Eslovénia (82).

A República Checa está numa trajectória ascendente, tendo ultrapassado Portugal em 2005, depois de ter tido uma percentagem idêntica em 2004.

Grécia significativamente à frente Portugal

O PIB por habitante no Luxemburgo foi no ano passado o mais elevado da UE (251 por cento), enquanto que o da Letónia foi o mais baixo (48 por cento) – mas a subir em relação aos anos anteriores (41 em 2003 e 44 em 2004).

Holanda, Áustria, Dinamarca, Bélgica, Reino Unido e Suécia situavam-se entre 15 e 25 por cento acima da média, enquanto Finlândia, Alemanha e França ultrapassavam a média em cerca de dez por cento.

Itália e Espanha estavam no nível médio dos 25.

Grécia e Eslovénia estavam 20 por cento abaixo da média, enquanto que Portugal fazia parte de um grupo de Estados-membros 30 por cento abaixo da média, juntamente com a República Checa e Malta.

Os timoneiros da Nação

(com a devida vénia ao Braganza mothers)

TIME multimédia à séria

Muito bom o making off da entrevista com os putos do You Tube. Clikar aqui para ver

domingo, dezembro 17, 2006

O beijo na boca de Elsa Raposo a Sofia Aparicio

Gurus do You Tube também figuras do ano

MICHAEL GRECCO FOR TIME
Chad Hurley e Steve Chen os gurus do You Tube também eleitos figuras do ano pela Time

TIME elege leitores (YOU) como figura do ano

Sim, você.
Você controla a idade da informação.
Bem vindo ao seu mundo.
A Time acha que são os leitores a figura do ano (YOU) ao serem eles os novos motores e protagonistas das noticias e de serem eles a poderem também fazer as notícias.
Esta estratégia para cativar os internautas tem a ver com a linha editorial seguida ultimamente pela revista norte-americana que tem consolidado audiências no online e perdido na edição em papel. A seguir atentamente.

Carolina Salgado elogia Maria José Morgado


Carolina Salgado, ex-companheira do presidente do FC Porto, Pinto da Costa, elogiou a procuradora Maria José Morgado, que vai coordenar o processo "Apito Dourado", considerando-a uma "excelente mulher", num entrevista hoje publicada no Jornal de Notícias.

"A magistrada é uma excelente mulher e é vista com muito bons olhos pelo procurador. Pelo que dizem, é uma defensora da Justiça. E isso agrada-me muito, obviamente", afirmou Carolina Salgado, numa entrevista publicada hoje pelo Jornal de Notícias (JN).

Na quinta-feira, o Procurador-Geral da República, Fernando Pinto Monteiro, nomeou a procuradora-geral adjunta Maria José Morgado para dirigir e coordenar todos os processos relativos ao caso "Apito Dourado".

Carolina Salgado reafirma ao JN que tem provas documentais das acusações que faz no livro "Eu, Carolina", em que denuncia alegadas situações de corrupção desportiva, evasão fiscal, violação do segredo de justiça, agressões, perjúrio e fuga à justiça.

A ex-companheira do presidente do FC Porto reitera ainda que sabe mais sobre estas situações do que aquilo que descreveu no livro, admitindo que "muita s coisas ficaram por dizer" e que "houve retoques, parte dos quais por aconselhamento jurídico".

Questionada se foi à Polícia Judiciária (PJ) antes do lançamento do livro, acompanhada pelo presidente do Sport Lisboa e Benfica, Luís Filipe Vieira, Carolina Salgado diz que essas afirmações são uma "calúnia" destinada a transformar o processo numa guerra entre clubes.

"Lançar esse tipo de calúnia é tão absurdo e tão ridículo que só demonstra que se está a fazer deste processo uma guerra entre clubes, tentando assim desviar as atenções para aquilo que é importante: a justiça", afirma.

Carolina Salgado sublinha que já insinuaram que teria uma equipa de benfiquistas a trabalhar para si, o que classifica de "ridículo".

Declarações de Pinto da Costa são "inqualificáveis"

Em reacção às declarações do presidente do FC Porto publicadas no sábado pelo semanário Sol, Carolina Salgado limita-se a considerá-las "inqualificáveis".

Pinto da Costa afirmou ao Sol que nada lhe pesava na consciência e que, portanto, não ponderava a ideia de se demitir "por causa de uma pessoa que se revela a si mesma no livro que escreveu".

A ex-companheira de Pinto da Costa nega ainda ter pedido protecção policial e afirma que em Vila Nova de Gaia, onde continua a morar, tem sentido "grande conforto e carinho por parte de todos", sobretudo das mulheres.

Na entrevista ao JN, Carolina Salgado escusa-se a revelar quando será ouvida no Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP).

Na sexta-feira, a TVI noticiou que Carolina Salgado foi convocada para depor amanhã, dia 18, no Tribunal de Gondomar, no âmbito do processo "Apito Dourado".

No livro "Eu, Carolina", publicado em vésperas do início da instrução do processo "Apito Dourado", a ex-companheira de Pinto da Costa denuncia alegadas situações de corrupção desportiva, evasão fiscal, violação do segredo de justiça, agressões, perjúrio e fuga à justiça.

No livro, Carolina Salgado revela ainda ter contratado duas pessoas - alegadamente a mando de Pinto da Costa - para agredirem Ricardo Bexiga, hoje deputado do PS e então vereador da Câmara de Gondomar, cujas denúncias deram origem à investigação do "Apito Dourado".

"Apito Dourado" levou dois anos a ser investigado

O processo "Apito Dourado" teve início com a operação policial com o mesmo nome realizada em 20 de Abril de 2004, que resultou na detenção de 16 pessoas, entre árbitros e dirigentes do futebol, por suspeitas de corrupção desportiva, inicialmente centradas no Gondomar SC, clube da Liga de Honra.

Ao longo do processo foram constituídos 27 arguidos, incluindo o então presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional e ainda presidente da Câmara Municipal de Gondomar, Valentim Loureiro, o presidente do FC Porto, Pinto da Costa, e o ex-presidente do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol Pinto de Sousa.

Acusado de 47 crimes, o principal arguido é José Luís Oliveira, que à data dos alegados factos (2001/2004) desempenhava os cargos de vice-presidente da Câmara Municipal de Gondomar e de presidente da Comissão Administrativa do Gondomar SC.

O processo "Apito Dourado", que incluiu investigações a alegados casos de corrupção e tráfico de influências entre o futebol profissional português e as autarquias, foi investigado durante quase dois anos e teve o despacho de acusação em 8 de Fevereiro deste ano.

A instrução do processo, pedida por 16 dos 27 arguidos, começou em 12 de Dezembro de 2006, e vai agora confirmar ou anular a acusação, estando previsto que a fase de inquirição de testemunhas termine a 17 de Janeiro de 2007./ Público

Merche Romero nua e ao vídeo


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