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sexta-feira, janeiro 23, 2009

O puto falou verdade, disse o tribunal

Um puto do Processo Casa Pia foi há 5 anos à TVI e acusou Paulo Pedroso. Este meteu em tribunal o miúdo, acusando-o de difamação. O primeiro julgamento deu razão ao acusador e Pedroso recorreu, perdendo hoje na Relação, que confirmou que o miúdo não mentiu e falou com coerência. A decisão não permite mais recurso e portanto: Pedroso perdeu.
Ora se o miúdo disse a verdade, essa verdade não é passível de ser investigada e levada a julgamento ?
Recordemos que o deputado socialista ganhou recentemente uma queixa contra o Estado português por ter sido preso preventivamente num processo em que foi considerado inocente. Em que ficamos ? A justiça depende agora da hora, do dia, ou da forma de conduzir o caso?
Depois do fracasso das engenharias financeiras, só faltava mesmo o da engenharia jurídica!

segunda-feira, setembro 22, 2008

Paulo Pedroso paga 2500 euros a Balbino

O deputado socialista Paulo Pedroso e o seu irmão, o advogado João Pedroso, perderam o recurso interposto no Tribunal da Relação de Lisboa, após serem condenados a pagar uma indemnização de 2500 euros, numa primeira instância, ao autor do blogue Do Portugal Profundo, António Balbino Caldeira.

José Maria Martins, advogado do bloguer, confirmou ao PortugalDiário ter sido notificado, esta segunda-feira, do acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa, que nega o recurso à família Pedroso. Os juízes desembargadores consideraram que «tinha havido um boa decisão», explica Maria Martins. «Ao ser reconhecida negligência, ela implica obrigatoriamente responsabilidade civil», conclui.

Houve engano na queixa apresentada

Recorde-se que Paulo Pedroso apresentou em Abril de 2005 uma queixa no Departamento de Investigação e Acção Penal de Lisboa (DIAP) devido a textos inseridos no blogue Grande Loja do Queijo Limiano. Os posts referiam-se, essencialmente, à sua ligação ao processo Casa Pia. No entanto, no final do requerimento ao Ministério Público foi pedido, por engano, que «se identificasse o autor do blogue, Do Portugal Profundo, e que esse blogue fosse eliminado da Internet.

Um ano depois, em Maio de 2006, António Caldeira foi chamado ao Ministério Público (MP) de Alcobaça. Foi constituído arguido, com termo de identidade e residência. No mês seguinte, Junho de 2006, o MP assumiu o erro quando ordenou a abertura de inquérito ao bloguista António Caldeira e mandou arquivar o processo /PORTUGAL DIÁRIO