domingo, fevereiro 04, 2007
A louca entrevista de Pamela Anderson à ABC
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Rita Lee - Paula Toller - Desculpe o Auê (ao vivo)
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Great Silence, o Grande Silêncio
Encontro agora no You Tube um pequeno trailer do filme Great Silence que estreará na próxima semana sobre a vida dos monges da Cartuxa. Os da mesma ordem que fotografei em Évora na passada semana e que dará um grande portfolio na ÚNICA próxima assim como uma fotogaleria multimédia.
Nunca tinha visto nada do filme.
É impressionante a semelhança com as fotografias que fiz.
Bem haja Deus.
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As fotos a preto e branco da campanha de Hillary

Excelentes fotos de Diana Walker a preto e branco sobre a campanha de Hillary Clinton para TIME. CLIQUE AQUI PARA VER
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sábado, fevereiro 03, 2007
Aborto NÂO, responde a Louçã via Marcelo
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Aborto SIM, responde a Marcelo via Louçã
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Marcelo-Louçã, o combate do ano no You Tube
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O que aprendi em 2 horas com António Barreto
Foram mais de duas horas de grande qualidade onde António Barreto fez uma revisão do que mudou em Portugal nas últimas décadas. Ele, que é um pessimista assumido, deu do país um retrato surpreendente em avanços de civilização.
Básicamente disse: Portugal estava fora da zona dos países desenvolvidos antes dos anos setenta, hoje está no clube dos grandes com um pormenor: é o mais pobre dos mais ricos o que lhe acarreta sérios problemas.
Barreto reconhece que houve progressos significativos na nossa sociedade. O mais relevante foi o de termos conseguido uma taxa de mortalidade infantil notável, numa percentagem abaixo da qual já é muito difícil melhorar.
Razão para este sucesso: o de alguém ter formado em tempos um grupo de estudo e acção para o assunto e este grupo nunca ter sido alterado, embora tenham passado por ele algumas dezenas de governos. Talvez distraídos pela existência da comissão ela acabou por fazer um trabalho excelente. Havia um grupo coeso, responsável, competente. Curiosamente este aspecto de continuidade nunca aconteceu nos grandes projectos a prazo.
Portugal é hoje um país europeu, democrático, com níveis de consumo semelhantes aos mais desenvolvidos. Cedo tivémos um número de televisores por cem habitantes quase pleno, somos quase imbatíveis no uso do telemóvel, na utilização de carro próprio, na compra de casa própria, na utilização das vantagens e desvantagens do crédito.
Todos os que estavam naquela conferência convictos que afinal Portugal não é assim tão mau e que, sendo assim, já não precisaríamos de emigrar como o fizeram 2,5 milhões de portugueses nos últimos 10 anos. Outra revelação impressionante: voltámos a ser um país de emigrantes.
Outro número curioso: na última década absorvemos 1 milhão de imigrantes, muitos deles ucranianos que entretanto desistiram de cá viver, e tornámo-nos uma sociedade mestiçada, com a tolerância social capaz de convívio entre credos, raças, culturas.
Antes, em 75, tínhamos conseguido o milagre da integração de 750 mil retornados, sem conflitos nem clivagens sociais.
Quando o ambiente já estava de ego pátrio em cima, Barreto ainda acrescentou que o pior tinha sido a educação:30 ministros em 35 anos de democracia. Henrique Monteiro que falou de seguida começou por dizer, com o seu humor habitual, que Barreto tinha acabado precisamente na altura em que ia começar a falar do que estava mal em Portugal.
E tinha toda a razão. O pior estava para vir mas ficará para outra sessão.
Nesse dia pudémos almoçar mais felizes.
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Uma vergonha chamada Câmara de Lisboa
A investigação centra-se na actuação daquela ex-autarca enquanto responsável pelo Urbanismo da autarquia e também enquanto presidente da Empresa Pública de Urbanização de Lisboa, durante o processo Parque Mayer/Feira Popular.
Segundo o jornal, este interrogatório não terá sido a única diligência feita pelos magistrados do Ministério Público que, nos últimos dias, já inquiriram outros funcionárias e ex-funcionários da câmara e da EPUL. Desconhece-se quem são e em que qualidade foram interrogados.
Neste momento as diligências estão a ser coordenadas pelo Departamento de Investigação e Acção Penal, que, após a busca às casas dos autarcas Fontão de Carvalho, vice-presidente da câmara, e Gabriela Seara, vereadora do Urbanismo, que entretanto suspendeu o mandato, requisitou o processo e assumiu a liderança das inquirições.
Enquanto esteve na câmara, Eduarda Napoleão assumiu a presidência de duas empresas municipais: além da EPUL (Empresa Pública de Urbanização de Lisboa) presidiu à Ambelis (ligada à promoção da cidade no exterior e à sua modernização).
A ex-vereadora só esteve na autarquia durante um mandato, no tempo de Santana Lopes, com quem já tinha trabalhado na Câmara Municipal da Figueira da Foz. Foi também a única administradora do grupo EPUL que ainda não devolveu o polémico prémio de produtividade, uma determinação da vereadora do Urbanismo agora suspensa, Gabriela Seara, que mostrou as suas dúvidas quanto à legalidade do mesmo.
As buscas feitas pela Polícia Judiciária, há pouco mais de duas semanas, à EPUL também incidiram em processos em que Eduarda Napoleão teve intervenção, designadamente a Urbanização do Vale de Santo António.
Nesse caso, trata-se de lotes de terrenos que a câmara vendeu ao construtor Bernardino Gomes (entretanto falecido). O processo mereceu duas queixas ao MP apresentadas pelos vereadores Nuno Gaioso Ribeiro (PS) e José Sá Fernandes (BE) e as autoridades estão também interessadas em conhecer os contornos de um negócio que não terá sido lucrativo para a autarquia.
Em poucas horas, verificou-se uma valorização de 450 mil euros no preço do terreno, motivado por um protocolo adicional assinado entre a EPUL e a empresa compradora.
O Público adiantou que os próximos responsáveis da câmara a serem chamados ao DIAP deverão ser Carmona Rodrigues e Santana Lopes, actual presidente e ex-presidente da Câmara de Lisboa. A PJ e o MP querem conhecer o grau de participação dos autarcas na permuta de terrenos entre a autarquia e a Bragaparques e na subsequente venda em hasta pública.
03-02-2007 11:08:32
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Portfolio a não perder
Uma das melhores fotoreportagens dos últimos tempos. Clique aqui para ver.
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Paga e não fumes
Em notas soltas, que é tarde, e porque amanhã é sábado: toda esta propaganda que a imprensa está a fazer à volta das mudanças climatéricas vai-nos custar caro, muito caro, e vamos passar a ter uma vida ainda mais acéptica. Eu explico:
À falta de assunto, a imprensa embarcou num alarmismo em torno das mudanças climatéricas. A culpa: o homem, o progresso, o conforto. É verdade. Mas também é verdade que o planeta sempre teve ao longo de milhões de anos clivagens brutais de clima. O planeta não é estático, bem pelo contrário. Vivemos sobre uma matéria em constante movimento, transformação, mutação com tudo o que isso implica.
Podemos deixar de fumar, de andar de carro, de poluír que o gelo irá derreter e a terra mudar.
Claro que devemos ser civilizados e devemos proteger o ambiente. Mas também teremos de perceber que a ameaça neste momento não é a sociedade europeia e americana mais desenvolvidas. Vamos cortar no nosso já débil desenvolvimento para poluirmos menos. Mas na China, na India, em todos os países com taxas de crescimento elevadas está-se a produzir mais CO2 do que seria admissível. Ali sim, com uma economia a crescer a carvão, veja-se a China, que podemos nós fazer de relevante ? Deixarmos de levar o carro para Lisboa ?
Não estaremos a ser ingénuos ? Quem vai parar a poluição desses gigantes que agora despertam?
Quioto vai ser pago pelos contribuintes europeus?
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sexta-feira, fevereiro 02, 2007
Quercus critica esquecimento das zonas húmidas
A propósito do Dia Mundial das Zonas Húmidas, que hoje se assinala, a associação ambientalista aponta como exemplo da incúria o estuário do Tejo, onde subsiste uma paisagem com sapais, bancos de lodo e vestígios de antigas salinas e viveiros de peixe desactivados.
Embora estejam classificadas como Reserva Ecológica Nacional (REN), na prática estas zonas «estão abandonadas», sendo alvo de atentados por parte de autarquias e particulares.
Neste âmbito a Quercus aponta os aterros, a drenagem por fecho das entradas de água e as descargas de águas pluviais e esgotos que levam ao aparecimento de mosquitos.
A associação ambientalista lamenta também que se deixe arruinar o património histórico-arqueológico existente nestes locais ligado a antigas práticas de exploração dos recursos estuarinos, entre os quais moinhos de maré e os seus viveiros.
Para os ambientalistas, é igualmente importante promover práticas de aquacultura sustentáveis, o que não acontece com a unidade proposta pela Pescanova para a área protegida da Rede Natura de Mira.
«Os impactes ambientais e mesmo os reais impactes na economia local destas mega-unidades aquícolas devem ser avaliados seriamente», sublinha a Quercus, em comunicado.
A associação acrescenta que as zonas húmidas são fundamentais para a manutenção do pescado e salienta que isso foi também reconhecido pela Convenção de Ramsar (acordo internacional que visa proteger as zonas húmidas) que coloca, este ano, a tónica das comemorações na relação destes sítios com as pescas e a produção de pescado.
Diário Digital / Lusa
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quinta-feira, fevereiro 01, 2007
Estatuto dos jornalistas aprovado na AR
A proposta do Governo foi aprovada com votos favoráveis de PS, PCP, BE e Verdes, votos contra do PSD e abstenção do CDS-PP.
Os projectos-lei do BE e PCP foram ambos aprovados com votos favoráveis dos partidos proponentes, do PS e dos Verdes, merecendo a rejeição de PSD e CDS-PP.
Na semana passada, quando os três diplomas estiveram em discussão no Parlamento, o sigilo profissional e os direitos de autor foram as questões menos consensuais.
Nesse debate, o ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva, defendeu que o Estatuto do Jornalista deve referir «expressamente que a revelação das fontes só possa ser ordenada pelas autoridades judiciais quando seja necessário para a investigação de crimes graves, (...), segurança do Estado, ou de casos graves de criminalidade organizada», mas os partidos da oposição consideraram que a legislação devia ser mais concreta.
Também os direitos de autor foram motivo de discussão no Parlamento, já que para o ministro responsável pela comunicação social, a possibilidade de os artigos dos jornalistas «serem corrigidos nas questões formais» é imprescindível, sob pena «de o trabalho da redacção se tornar impossível».
Para Santos Silva, a proposta do Governo «acautela os direitos de autor dos jornalistas assalariados, consagrando o justo direito a partilharem dos benefícios obtidos pelas empresas através de sucessivas reutilizações das respectivas obras», mas permite também às empresas de comunicação social «tirarem pleno partido das sinergias entre diferentes meios e da difusão de informação através de várias plataformas e suportes».
Aprovada em Conselho de Ministros a 1 de Junho, a proposta de lei prevê que os textos abrangidos por direitos de autor (todos os que não sejam mera informação de actualidade) devem estar sujeitos ao conceito de «primeira utilização».
Esta primeira utilização inclui todas as divulgações feitas no prazo de 30 dias pelo órgão de media onde o jornalista trabalhe em termos fixos, sendo pagas pela remuneração salarial normal.
Depois desses 30 dias, cada utilização deve ser paga ao jornalista consoante a rentabilidade que a empresa tenha pela sua divulgação.
Diário Digital / Lusa
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Matou marido para colocar implantes

Segundo fonte judicial da Califórnia, Cynthia Sommer, 33 anos, mãe de quatro filhos, arrisca-se agora a uma pena de prisão perpétua, que deverá ser pronunciada por um juiz de San Diego a 23 de Março.
Em Fevereiro de 2002, o seu segundo marido Todd Sommer, membro dos marines, morreu com 23 anos, alegadamente de ataque cardíaco. No entanto, devido ao estranho comportamento da viúva, a polícia norte-americana decidiu controlá-la.
Após ter recebido os 250 mil dólares (cerca de 193 mil euros) do seguro do seu marido, Cynthia Sommer fez uma operação estética de colocação de próteses mamárias, multiplicou as suas aventuras com vários homens, organizou grandes festas em sua casa e participou em concursos de T-Shirt molhada no México.
O corpo de Sommer foi exumado em 2003 e uma autópsia concluiu que havia quantidades massivas de arsénico em certos órgãos.
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Crónica fotográfica
Um familiar meu detesta tecnologia, Internet e tudo o que lhe possa andar associado. Continua a fotografar com a sua máquina de filme, uma Canon dos anos 70, e nem as minhas inúmeras tentativas para o convencer a comprar uma digital o demovem.
Mas há dias ao jantar eu não queria acreditar no que via. Toca o telemóvel, ele pega naquilo numa posição que não é habitual, de braço estendido e a olhar para o visor e começa a falar como se estivesse no Iraque a fazer um directo, no estilo Carlos Fino, por videofone. A cena familiar – mas pouco - acabou com um comentário depois de desligar: «Estava a falar por videochamada com o meu filho que está de férias no Algarve !»
Fiquei atónito. Ali à minha frente acabava de assistir a uma verdadeira revolução cultural, diria mesmo a um comportamento civilizacional impensável de imaginar há 5 anos.
Depois do choque tecnológico do engenheiro Sócrates, aí está o chique tecnológico!…
Na verdade, é impossível ignorarmos que já ninguém vive sem comunicar numa linguagem multimedia. Isto arrasta uma questão para os fotojornalistas: Como vai sobreviver a fotografia de imprensa a este choque?
O mundo mudou demasiado depressa.
A fotografia, que era uma arte inacessível mesmo quando não era arte, caiu na rua. O povo apropriou-se dela. Por conseguinte o fotojornalismo mudou como o mundo.
As fotografias de amadores feitas em cima dos momentos mais dramáticos tornaram-se documentos históricos. Passaram a invadir os jornais, a Internet, a televisão. O 11 de Setembro teve aqui um papel histórico, repetido em Madrid no 11 de Março, no Tsumani, e nos ataques terroristas de Londres.
Em Inglaterra um esperto criou uma agência de fotografia feita com telemóvel, o ex-candidato republicano Al Gore fundou um canal de televisão feito por espectadores com as suas câmaras domésticas, os blogs invadem a net com imagens de toda a espécie.
Numa entrevista ao jornal «Le Monde», de 7 de Outubro, Cristian Caujole, director da agência Viva e ex-responsável pela fotografia no «Libération», dizia que esta nova realidade não substituía o fotojornalismo tradicional. Para ele a chave da sobrevivência do fotojornalismo estava na própria imprensa e, segundo ele, as revistas e jornais de referência no mundo – à excepção do «Paris Match» – perderam uma linha editorial que permitia valorizar as imagens. Para ele o que conta é a edição que se faz de um trabalho fotográfico. Quando a «Life» publicou dezenas de retratos «photomaton» de soldados mortos no Vietname, transformou imagens banais num discurso gráfico de grande dramatismo.
As fotografias atiradas sem critério para uma página, com o intuito imediato de preencher um espaço vazio ou de decorar um texto, não podem por si criar uma empatia com o leitor.
Dos milhares de fotografias que vemos durante uma semana quantas retemos?
Com sorte, e boa memória, talvez uma.
No dia em que escrevo esta crónica uma frase da TMN deixava-me perplexo: «Gostamos de fotografias tremidas porque adoramos a vida!»
A frase fotograficamente incorrecta é um tremendo abanão.
Luiz Carvalho, Outubro de 2005
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quarta-feira, janeiro 31, 2007
Com gente desta a votar "Não" ainda voto "Sim"
Ninguém gosta de pensar que teve um dia de provocar um aborto, seja homem ou mulher. É das situações mais dolorosas e tristes. Ninguém duvidará.
Portanto: toda a gente está contra a prática do aborto.
Os fariseus do “não”e os facilitistas do sim. Mas os fariseus do “não” estão a condicionar a liberdade dos "sim". Os do “sim” não estão a violentar os do “não”.
A actual lei é suficientemente razoável para a prática da interrupção da gravidez. O que tem acontecido é que o Estado até agora não procurou tornar a prática da lei em coisa prática.
O que estamos a querer discutir para votar: é ou não crime provocar um aborto até às dez semanas. Só isto. Ponto.
Os reaccionários do “não”, que por acaso coincidem com algumas das figuras sinistras do regime como Bagão Félix, Paulo Portas, Alberto João Jardim e inefáveis como Zézinha Nogueira Pinto, estão a transformar o debate em campanha ideológica e partidária.
A teoria hoje lançada por Bagão Félix – o ministro que mais tirou aos pobres e à classe média e agora vem feito bom samaritano - de que o feto tem direitos de sucessão não lembraria nem ao caeca nem ao rei dos pneus.
Depois da triste manifestação com uns gatos pingados a desfilarem por Lisboa com cartazes ignóbeis a dizerem que “ abortar é como Auschwitz” e outras alarvidades ( de facto a nossa direita é burra e não aprende) e depois do auto-denominado pai do referendo, o Professor Marcelo, ter lançado aquele impagável vídeo no You Tube ( mais cómico do que a genial versão dos Fedorentos) só apetece mesmo votar no “sim”. Apesar de eu ser contra referendos e achar que põem em causa o princípio democrático da representatividade parlamentar.
Já chega de tanta palhaçada. A verdade é que numa Europa aberta, se for crime abortar em Portugal, em duas horas quem o quiser, e o puder fazer, põe-se em Badajoz e lá fá-lo-à em segurança, legalidade e decerteza mais barato.
Se não puder o ex-ministro da Segurança- Social Bagão Félix deve ter uma solução para os seus pobres e, se falhar, a teoria neo-liberal resolve tudo.
Se não o conseguir pede a Deus que este envia um milagre.
Luiz Carvalho
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terça-feira, janeiro 30, 2007
Marcelo e o aborto
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segunda-feira, janeiro 29, 2007
LEICA M8 videoblog
Para fanáticos.
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SHE
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Marisa Monte um especial com 47 mil no You tube
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