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sexta-feira, junho 01, 2007

Saraiva faz gaffe e chama Expresso ao Sol

Ontem na entrega dos prémios Meios & Publicidade, no auditório da antiga FIL em Lisboa, os presentes, largas centenas, não deram por mal empregue a noite. Uma cerimónia que estava a ser uma seca ( estas coisas são mesmo assim) acabou por se tornar numa sessão hilariante.

O Sol recebeu o prémio revelação porque competia com a revista "Tiro aos pombos" ( digo eu!). Depois de Nicolau Santos ter recebido os dois prémios consagrados ao Expresso ( melhor semanário e melhor suplemento, Única) Saraiva entrou no palco e atirou mais uma das suas frases que fazem História:“Não vou agradecer o prémio porque os prémios não se agradecem. Os prémios ou se merecem ou não se merecem. Este foi totalmente merecido pelo Expresso…”

Ahhhhhhhhhhhhh!! o auditório ri, os jovens apoiantes que na plateia tinham gritado salvas quando Saraiva subiu estavam agora off.
Depois o arquitecto continuou a falar mas a excitação do auditório estava ao rubro. Falar para quê ? A noite estava ganha.
E o EXPRESSO mereceu mesmo estes dois prémios. PARABÉNS.

O prémio Carreira que era disputado entre José António Saraiva e Almerindo Marques ( cuja carreira foi a de ministro socialista e de administrador da CGD e que acabou na RTP já depois de reformado de ouro) acabou por calhar a Almerindo.

Aqui Saraiva também não tem razão: os prémios nem sempre se merecem e o prémio de carreira para ele até tinha sido bem merecido. O pior são os anticorpos...

terça-feira, maio 15, 2007

Em directo da redacção do jornal O Sol

o Sol não dá brindes ( suicídios!!) dá produtos de prestígio. Eheheheh!!!

segunda-feira, outubro 09, 2006

As birras com o Expresso

Uma amiga de longa data escreveu-me a dizer que ia deixar de comprar o Expresso porque trazia um erro nas palavras cruzadas. Ela que é professora de português, sábia em latim, estava indignada. Expliquei-lhe que errar é humano e que o latim é mais traiçoeiro do que a língua portuguesa ( nem sei se isto dito assim não é já uma blafésmia!).
A verdade é que o Expresso sempre provocou reacções destas de amor e ódio. É um dos mistérios do Expresso. Mesmo na minha família há quem me diga abertamente, como se eu não fizesse parte do jornal e não sabendo que ele é uma grande parte da minha vida, que não compra mais o Expresso, que prefere o Público, ou que o Sol traz muito que ler. Quando pergunto o que leram no tablóide não se lembram de uma notícia.
O meu pai que tem uma tabacaria que vende 50 Expressos estava tão zangado por não lhe terem mandado mais jornais que quase se zangava comigo como se eu tivesse culpa."Depois admirem-se de eu vender Sóis!". Quando viu a distribuição reforçada nada me disse e também não comentou que tinham sobrado dezenas de tabloídes radiosos e que o jornal que dá emprego ao filho e que tem muito do filho afinal esgotou sempre.
A minha amiga vai decerteza continuar a comprar o Expresso.
Ela vai compreender que estamos a fazer um jornal exigente no desenho,nas fotografias, mas sobretudo no conteúdo e na forma sintética e essencial de darmos notícias.
A qualidade vem sempre ao de cima quando o azeite é bom.
Quanto aos azeiteiros têm poucas hipóteses de boiar.