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segunda-feira, janeiro 22, 2007

Com Cavaco no caminho aéreo para a Índia

Foto de Luis Filipe Catarino/ Presidência da República


Fui apanhado. O Presidente Cavaco Silva apareceu de repente na cabine do Airbus em pleno caminho aéreo para a Índia. " Como está? Não me diga que voltou a perseguir-me!" - respondi-lhe:" com todo o gosto!".

Não fiz a campanha, apenas o apanhei a descer o Chiado, e a última vez que tinha fotografado Cavaco Silva foi na sua casa do Algarve para uma entrevista ao Expresso, onde estive com Fernando Madrinha.

Ultimamente até tenho alimentado aqui no blogue alguma cultura anticavaquista, que nada tem de pessoal. Pelo contrário: considero o casal Cavaco Silva de uma simpatia invulgar em políticos, tirando o casal Eanes.

Confesso que apreciava mais Cavaco Silva primeiro-ministro e fazedor de obra, rectilíneo e determinado, duro e frio, do que nesta faceta tolerante e apaziguadora.
Apesar de não ser um entusiasta do passado.
Desperdiçámos a oportunidade histórica. Não investimos na inteligência, gastámos no betão e no alcatrão, tornámos os funcionários públicos um bando de privilegiados, criámos "o" monstro. Adiante.

Nesta fotografia também aparece o meu amigo Fernando Lima, uma pessoa que muito estimo.
O facto de ter sido tirada pelo Luis Filipe Catarino é outra honra.
Não misturar discordâncias políticas com relações pessoais também me parece saudável.

PS: Amanhã ainda vou dizer bem do Besfoto!!!.

domingo, janeiro 21, 2007

Uma foto por dia

Nova Deli. 1992. Foto de Luiz Carvalho

sábado, janeiro 20, 2007

Constantino cita Fatal desde a Índia

Constantino Xavier é o correspondente do Expresso em Nova Deli e teve a amabilidade de me citar assim no seu blogue. Um abraço para ele.

Como já escrevi no blogue dele Instante Fatal, com uma excelente cobertura não só fotográfica da viagem presidencial à Índia, foi um prazer conhecer e trabalhar com o Luiz de Carvalho em Deli e em Goa. Ele é o coordenador-geral de fotografia do Expresso e veio com a Luísa Meireles na comitiva do Cavaco Silva.

Depois de algumas experiências menos boas com fotógrafos portugueses, foi reconfortante ver o Luiz trabalhar. Às vezes, parecia um tigre enjaulado pelo programa oficial asfixiante que não lhe dava a liberdade que a Índia exige de todos os que a querem fotografar. Tenho a certeza que ele vai voltar um dia.

Foto: Luiz de Carvalho, de pinta na testa e colar de flores, e Leica M8 à chegada ao Hotel Taj Palace em Nova Deli.

Veja a reportagem na India de Luiz Carvalho

Veja aqui , Expresso online, algumas das fotografias que eu fiz na Índia.

quinta-feira, janeiro 18, 2007

India Trailer

terça-feira, janeiro 16, 2007

O adeus à India

Foto de Henri Cartier-Bresson. India 1947.


O dia começou demasiado cedo.

Bombaim vista ao nascer do Sol através da janela do autocarro a caminho do aeroporto é uma cidade serena.

Num longo travelling ( o movimento do cinema onde a câmera anda num olhar subjectivo) vejo o acordar de uma das cidades do Mundo mais barulhentas, poluídas, engarrafadas. Pela fresca sente-se que há ali pouca gente que em poucos minutos se tornará numa agitação de seres em busca de sobreviver.

Hoje não vi as dezenas, centenas, de indigentes que há 15 anos dormiam pelos passeios, crianças miseráveis e mutiladas. E que entre esses, alguns já não acordariam sendo recolhidas pela carroça dos mortos.

Para quem conheceu agora a Índia a pobreza choca, mas quem esteve há anos reconhece que houve uma evolução social gratificante.
O crescimento económico arrasta consigo a subida dos padrões de vida, dirão os economistas.

Mas ao ver Bombaim da janela do autocarro não pude deixar de lembrar as fotografias de Raghu Rai um dos fotojornalistas mais proeminentes da Agência fotográfica Magnum. As suas fotografias da Índia são de uma dimensão transcendente.

Ele fotografa a tradição, a paisagem, as gentes e os seus credos como o faria um músico através de uma sinfonia. Ora calma, serena, doce, de largos acordes paisagísticos, ora violenta na dor, na tristeza que a pobreza comporta.

Ainda disparo pela janela, não para fazer imagens fotográficas, mas para poder ter como auxiliar da memória aquilo que os meus olhos vêem e sentem, mas que naquelas circunstâncias a máquina fotográfica não consegue captar. Falta enquadramento, apuro técnico, tempo. Tempo é, aliás, aquilo que mais falta numa viagem destas.

Para se ter uma hora disponível para fotografar são necessárias horas de espera, tralha às costas, vencer burocracias. O que resta é para seguir o programa oficial, se fugirmos um pouco ao marcado podemos sempre falhar um pormenor importante.

Quando fotografo em ambientes envolventes uso um pouco a técnica dos actores: concentro-me numa ideia, numa música, num fotógrafo de referência. Muitas vezes esta técnica permite-me seguir um guião.

Esta viagem, que amanhã chega ao fim, deixou-me uma imensa frustração, partilhada pelos outros jornalistas enviados. A pior coisa para um repórter é olhar e não ver. Aqui só tivemos tempo para olhar e para tirarmos conclusões porventura demasiado precipitadas.

Nova Deli e a velha Deli, o Lamborghini amarelo à porta do hotel, os pobres à volta da mesquita, as freiras cantando vivas a Cavaco e rindo de excitação por aquele momento, os nacionalistas hindus de Goa e o seu carácter, as praias de Goa, as igrejas e o retrato tão fundo e tão português, Bombaim e a sua extensão, a diversidade cultural, a tranquilidade indiana, a lentidão, o progresso das novas recnologias, os cérebros indianos, o futuro, o trabalho sem regras, a Índia fica como um convite a voltar e conhecer melhor o gigante que desperta.

Tudo vai mudar com a chegada aqui da globalização. Essa análise será para os jornalistas da escrita.

Por mim o que gostava era de recuperar o tempo e voltar não à Índia da miséria extrema e da vergonha, nem do progresso selvagem, basta-me a Índia mítica do Raghu Rai ou as mulheres de costas olhando o Ganges numa das fotos mais emblemáticas de Henri Cartier-Bresson.

Amanhã Lisboa.

domingo, janeiro 14, 2007

Fé de Goa com retrato escondido de Salazar

Freiras de Goa à espera de Cavaco ( fotos de Luiz Carvalho)
O retrato de Salazar que o Presidente Cavaco evitou

As igrejas de Goa são a marca da presença dos portugueses por aqui durante mais de 500 anos. São brancas, luminosas como a fé que mantêm e propagam. A arquitectura delas tem uma escala harmoniosa entendendo como é importante a relação da forma com a função e do sentimento com a dimensão geométrica.

Hoje o Presidente Cavaco Silva visitou essa velha Goa, católica e profunda. O lugar onde a Índia manda mas que não conseguiu unificar. Os goeses são pacíficos e calmos mas orgulhosos. Sabem que nunca serão como os indianos. Nem na cultura, nem nos genes, nem na religião.

Um grupo de freiras, noviças, vestidas com roupas coloridas, outras mesmo com o hábito, cantaram divinamente a Cavaco. Este retribuiu com simpatia, perguntou como se dizia em goês “good-by” e ao repetir as freiras não resistiram a uma risada de espanto e alegria.

O túmulo de S. Francisco Xavier é omnipresente na igreja grande e fresca que tremeu com a voz de Katia Guerreiro numa canção religiosa trocada com uma outra artista local.


O museu tem uma amostragem extensa da cultura e da História portuguesas. O cuidado com que está preservado é evidente.

Claro que a Fundação Gulbenkian tem feito por aqui um notável, e dispendioso, trabalho de restauração. Que nunca lhe falta a verba e a vontade para manter assim a nossa memória no Mundo.

Augusto Santos Silva, que tinha acabado de chegar de avião, dizia-me com entusiasmo:« como foi possível termos abandonado tudo isto daquela forma, sem salvaguardarmos esta herança. O Salazar era mesmo burro!»


O Presidente percorreu atento o museu, posou ao lado de uma gigante figura de Camões mas soube evitar a tempo a passagem pelo retrato a óleo desse mesmo Salazar, que mandou resistir até à humilhação final.
Amanhã Bombaim.

sábado, janeiro 13, 2007

Presidente Cavaco canta “parabéns” com o avião a aterrar em Goa




Fotos de Luiz Carvalho

Faltavam dois minutos para aterrar em Goa. De súbito ouve-se cantar os parabéns e do fundo da cabine do avião surge o Presidente Cavaco a cantar e a dirigir-se a uma jornalista que fazia anos. Já a cambalear, o avião estava mesmo a descer, o Presidente cumprimentou a jovem aniversariante, o segurança diz-lhe que tem mesmo de se sentar, e ele ainda diz: “ e não lhe vou perguntar a idade!”.

Ao que consta a jornalista não teria recusado um simpático beijinho do Presidente, mas todos sabemos como ele é comedido nestes gestos, ainda por cima se o tivesse feito o que não iriam dizer por ele ter dado um simples beijo de parabéns no quarto poder!

sexta-feira, janeiro 12, 2007

A angústia do fotógrafo antes de disparar sobre a Índia pobre e moderna

Foto de Luiz Carvalho

Nós fotógrafos de imprensa temos de ter a pele dura e olhar clínico. Não é fácil consegui-lo. Mas a tarimba de repórteres deu-nos essa defesa e com ela a possibilidade de podermos trabalhar com algum à vontade na rua como a terceira profissão no Mundo que o faz.

Aqui na Índia abandonarmo-nos no meio da multidão, carregados de câmeras e gestos suspeitos torna-nos alvo das atenções. Temos de contornar obstáculos físicos, ignorar os camiões que em contra-mão ficam a um passo de nos esmagar, sorrir aos mendigos e dar uma nota de 10 rupias sem despertar a mobilização geral dos pedintes unidos, saber respeitar esta cultura e gostar cá por dentro das pessoas que parecemos ignorar mas que apenas procuramos que não se metem entre o nosso olhar e a máquina fotográfica.

Uma colega da comitiva não resistiu a tanta miséria humana e entrou em choro, depois em depressão que lhe tirou o sono. Outra olhou para o lado, recusou-se a ver o olhar de amêndoa de uma criança que queria vender dvd`s através da janela do táxi eternamente parado num semáforo. Também há aqui vermelhos, amarelos e verdes, embora sejam ignorados a maioria das vezes.

Se pensasse nessa hora nos meus filhos choraria também, se não fosse a Leica M8, rápida e discreta a disparar, servindo-me de escudo, não resistiria à comoção. Embora o exteriorizar de sentimentos não seja uma prática muito aceitável nos dias de hoje.

As melhores fotografias humanistas foram feitas por fotógrafos muito discretos e aparentemente pouco envolvidos na acção. Eugene Smith, Salgado ou Nachtwey são apenas exemplos, quando as suas fotografias são marcantes, humanas e empenhadas politicamente.

Hoje a 30 quilómetros de Nova Deli descobri juntamente com a Luísa Meireles e o nosso correspondente na Índia, uma cidade em construção eruptiva, fazendo lembrar a Xangai que cresce do dia para a noite.
Os edifícios de vidro, desafiando as leis da engenharia impõem-se, enquanto os pobres, famintos e desgraçados resistem entre manilhas de esgoto para enterrar, estendidos como bacalhau seco, à espera da morte, da salvação ou do milagre do crescimento económico indiano.

Empresas de prestação de serviços e multinacionais implantam-se, chegam os primeiros tecnocratas que andam de ricochó, almoçam comida marada nos triciclos dos ambulantes e formam comunidades de estrangeiros que vêem na Índia a Katmandu dos anos sessenta para jovens rebeldes sem causa. Estes têm causa: querem trabalhar, são ambiciosos e vão abraçar o mundo do negócio.

Hoje percebi como seria caricato Cavaco Silva montar num elefante. Há 15 anos este país, quando Soares aqui passou, era rural, pobre, sem tecnologia, nem economia aberta. O elefante era o símbolo dessa sociedade tranquila, conservadora, pouca ambiciosa, sem uma classe média emergente.
Hoje a Índia disputa pib com a China, há um Lamborghini amarelo à porta do meu hotel, porque a tecnologia aí está a dar cartas e a classe média quer ser alta e viver como a europeia. Logo, Cavaco só pode querer ouvir falar em negócios e cooperação e isso é mesmo a política mais realista que se pode ter já.

Ainda procuro um camelo que vi na estrada a puxar uma carroça, mas a imagem passou-me como se o passado tivesse ali ficado naquela foto que não fiz.



Amanhã Goa.

quinta-feira, janeiro 11, 2007

Apanhados do dia
















Ministra da Cultura fotografa o Ministro da Economia, uma camerawoman indiana, Luiz Carvalho ( moi-même) disfarçado de Babá, Luis Filipe Catarino fotógrafo da Presidência, Fernando Lima assessor do Presidente e André Kosters a ser engravatado por Campiso Rocha





Presidente Cavaco só pensa em cooperação


Segundo dia de visita do Presidente Cavaco Silva à India.

O dia começou com a recepção no Palácio do governo com pompa e a presença do Presidente e do Primeiro-ministro indianos. Uma manhã fresca, fria mesmo, com uma luz dourada esbatida a nevoeiro.

Os jornalistas tiveram de estar duas horas antes da cerimónia por questões de segurança. Fomos todos revistados, câmeras inspecionadas, com os guaras a espreitarem pelas objectivas desmontadas. Aqui há que ter paciência e compreensão pois o terrorismo é uma ameaça real.

Por outro lado os indianos são sempre de uma grande amabilidade. Não há stress e tudo acaba por correr bem.

O Presidente chegou numa limousine Mercedes V12 e via-se que estava a assumir este acto como muito solene. Estavam ministros e deputados e muitas figuras do Estado indiano.

O que me marcou no sia de hoje foi a visita ( off-programa) à cidade antiga. Voltei e rever a Nova Deli que tinha conhecido há 15 anos. Mistura de raças e castas. Um som urbano diverso e turbulento, confusão de carros, autocarros, riquechós e animais, gente, gente num trânsito divertidamente caótico e que...funciona.

As pessoas deixam-se fotografar mesmo nas situações mais dramáticas de pobreza. Há uma grande dignidade e uma tolerância infinita para com os visitantes.

Viajei de riquechó puxado à pedalada, fotografei como há muito tempo o não fazia.

O dia acabou na Embaixada de Portugal com o presaidente a falar à imprensa e com Leonor Beleza que veio na comitiva para assinar protocolos com a Fundação Champalimaud.


O site da Presidência está mesmo a inovar. Hoje Cavaco falou para a cãmera mini do seu site e os jornalistas começam a temer que o site da Presidência dê noticias primeiro que eles.

Não há nada como a inovação e concorrência.

Está a ser uma viagem de sucesso embora muito diferente daquela que Soares fez há 15 anos. Então a India não era muito apetecível económicamente, e mesmo que fosse não erao género de Soares vir para um país destes com dossiers debaixo do braço.

Hoje a India é cobiçada graças ao seu mercado, à sua evolução tecnológica, graças à mudança de política económica iniciada em 1998.

Começa a ver-se marcas multinacionais, os carros tradicionais tipo Morris inglês, estão a dar lugar aos horrendos utilitários coreanos.

A classe média indiana desponta e o romantismo está a desaparecer da paisagem desta terra que apaixona fotógrafos furtivos.

quarta-feira, janeiro 10, 2007

A India mudou








Fotografias de Luiz Carvalho, hoje em Nova Deli, com Leica M8
Quando a porta do avião se abre para deixar saír primeiro os jornalistas da imagem é o cheiro e a luz dourada que se oferecem de imediato. A India tem uma luz doce como a côr da pele dos indianos e um aroma de primavera.
Reconhecemos logo os velhos carros, as camionetas saídas de um livro do Tim-Tim, as personagens que povoam a pista do aeroporto tipícas desta paragem: uns tipos enfarpelados nuns fatos que caem mal, nervosos com a segurança, mas sempre muito educados. A tradição inglesa das boas maneiras ainda se faz sentir.
Para se chegar ao Hotel é preciso calma, muita mesmo, no meio dos engarrafamentos, das buzinelas, do balançar do autocarro a precisar de molas e daquele interior decorado com flores e fitas, com ar condicionado a ventoinhas pregadas junto às janelas.
Tudo tem calma e tempo, tudo se resolve.
A recepção no Taj Palace Hotel não podia ser mais hospitaleira. Meninas lindas pintam-nos a testa, ficamos carimbados e somos agraçiados com colares de flores.
Há porventura uma média de 10 empregados por cliente. Somos recebidos numa sala chique, dão-nos sumo de laranja e acabamos por nos sentar para cumprirmos as regras da boa educação.
Já no quarto tudo é explicado até à exaustão. O quarto é majestoso, com todos os requintes que a arquitectura moderna permite, com uma casa de banho que comunica com um grande vidro para o quarto.
A internet funciona, a gentileza torna-se cansativa.
Numa volta rápida pela cidade, de táxi, reconheço que a cidade mudou muito desde que cá estive há 15 anos com Mário Soares.
Há menos pobres, mais lojas, muitos centros comerciais, as marcas invadiram as ruas, do Mac Donald`s à Lewis.
As pessoas continuam a deixar-se fotografar e a sorrirem. A confusão do trânsito aumentou
agora há muitos carros coreanos, os velhos modelos ingleses estão a desaparecer.
De regresso ao Hotel é o cansaço acumulado que se sente. Come-se bem e percebemos como este país nada tem de terceiro Mundo nalgumas zonas da sociedade.
Os jornalistas ficaram separados da comitiva oficial quer ficou noutro hotel próximo.
Amanhã cedo começa a visita oficial, própriamente dita.



terça-feira, janeiro 09, 2007

O caminho para a India de Cavaco

A partir de amanhã rumo à India na comitiva do Presidente Cavaco Silva, como enviado do EXPRESSO.

Estive há 15 anos na India com Mário Soares naquela que terá sido a viagem mais emblemática do ex-Presidente.

Amanhã ainda tentarei falar dessa memorável viagem.

Entretanto preparem-se para os meus relatos. O primeiro será na Quarta-feira, dia da chegada.

sexta-feira, janeiro 05, 2007

Cavaco multimédia

Site da Presidência acompanha online visita de Cavaco à Índia
A visita de Estado de Cavaco Silva à Índia, de 10 a 17 de Janeiro, vai ser acompanhada online, na página da Presidência da República, com textos, fotos, sons e videos.

O objectivo, segundo fonte da Presidência, é proporcionar aos cidadãos, através do site www.presidencia.pt, informação o mais actualizada possível sobre a deslocação de Cavaco Silva a Nova Deli, Goa, Mumbai e Bangalore.

A partir de dia 10, após a chegada do Presidente a Nova Deli, haverá imagens (fotos) e serão colocados online os discursos, os sons e os videos dos principais pontos do programa do Presidente da República.

Uma das opções permite aos cidadãos enviar mensagens com comentários sobre a visita ao próprio Presidente.

Segundo os serviços da Presidência, a sua página teve mais de 1,5 milhões de visitas desde a posse de Cavaco Silva, a 9 de Março de 2006./ Diário digital


PS: e poderão também seguir aqui no Fatal e no Expresso online os meus relatos dessa viagem à India feitos pelo Luiz Carvalho ( ou seja: moi même!)